Executa Contabilidade

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Crise econômica eleva a procura de empresas por assessoria contábilA união da empresa com o escritório contábil é estrat...
28/11/2016

Crise econômica eleva a procura de empresas por assessoria contábil

A união da empresa com o escritório contábil é estratégia para enfrentar os problemas financeiros

Diante de um cenário econômico ainda instável no país, uma demanda que cresceu e vem crescendo ainda mais, foi a procura por serviços de assessoria contábil. A maioria dos empresários estão procurando ter uma visão positiva da crise, buscando sempre oportunidades e alternativas para se beneficiar da situação.

Com isso, o profissional contábil vem sendo um grande aliado dos empreendedores, pois deixou de ser apenas um prestador de serviços e assumiu papel de consultor nos negócios, aliando a experiência de mercado ao conhecimento tributário, o que lhe dá condições de colaborar ainda mais com a melhora das finanças das empresas.

A assessoria contábil pode ajudar a empresa a melhorar o desempenho do negócio, orientando o empresário por meio dos dados corporativos a tomar decisões acertadas para o crescimento, ajudar na otimização de processos e no planejamento de todas as ações, sempre tendo como base indicadores, números e estatísticas, após a realização de análises e projeções.

“Com a recessão, as finanças das empresas estão em risco todo o tempo, especialmente quando a sua gestão está em mãos erradas. Por isso, a contratação de uma assessoria contábil de confiança e credibilidade pode ajudar o empresário em momentos difíceis,” diz José Eduardo Rissi, diretor da Rissi Contabilidade Médica.

Com a assessoria os riscos são calculados, assim, não há prejuízos significativos que levem à falência das empresas em poucos meses, coisa que acontece frequentemente no cenário brasileiro atual.

De acordo com Neoway, consultoria especializada em inteligência de mercado, cerca de 1,8 milhão de empresas fecharam as portas no país durante o ano passado. Esse número engloba empresas de todos os tamanhos e setores da economia, inclusive dados de microempreendedores individuais.

“É preciso conhecer profundamente a empresa, estar atento às novidades legislativas e ciente de todas as mudanças do mercado e de seus impactos no negócio. Dessa forma, é possível manter a saúde financeira da empresa,” finaliza Rissi.

Fonte: Cenário MT

28/11/2016

Sua empresa organiza bem seus registros?

Como anda a gestão financeira da sua empresa? Registrar seus gastos e receitas é muito importante para a saúde financeira do seu empreendimento. Entendemos que o papel do profissional de contabilidade é lhe ajudar a montar declarações e cuidar do re

Como anda a gestão financeira da sua empresa? Registrar seus gastos e receitas é muito importante para a saúde financeira do seu empreendimento. Entendemos que o papel do profissional de contabilidade é lhe ajudar a montar declarações e cuidar do relacionamento da sua empresa com as entidades do governo que lhe cobram impostos, correto? Mas muitas empresas também acabam deixando os registros financeiros incompletos, simplesmente por preguiça ou desorganização, e esta opção pode gerar grandes transtornos ao negócio.

Você precisa de registros precisos e fidedignos para entender cenários e tomar decisões de curto, médio e longo prazo. Hábitos simples podem ajudar a organizar ainda mais a sua prestação de contas. Tudo aquilo que a contabilidade precisa entregar, sejam guias para pagamentos de impostos ou declarações obrigatórias, depende diretamente das suas receitas e despesas.

Portanto, suas notas fiscais emitidas e coletadas precisam ser de conhecimento do seu contador para não haver divergências. O fluxo de caixa precisa ser detalhado e registrado, e você precisa ter um controle de tudo que saiu e entrou.

Com o advento do Sped (Sistema Público de Escrituração Digital) e demais obrigações eletrônicas, a Receita Federal tem aumentado a fiscalização e controle sobre a remuneração dos sócios. Para garantirmos segurança jurídica sobre a isenção tributária dos lucros distribuídos, o regulamento do IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica) exige a demonstração contábil, devidamente conciliada com os extratos bancários da empresa. Este é apenas um dos exemplos da importância de termos um sistema para registro organizado. Notas emitidas, despesas e fluxo de caixa precisam estar em ordem.

Se eu lhe perguntar, você conseguiria rapidamente estimar novas vendas e me dizer quais seus custos mensais básicos? Se não conseguir vislumbrar estas respostas, acredito que sua organização não está sendo capaz de lhe fornecer as informações básicas para tomar decisão.

Minha dica: monitore e classifique suas despesas e receitas, analise áreas em que há gastos supérfluos. Assim você consegue encontrar forma mais inteligente de gerir seus recursos, fazer previsões, analisar formas de gerar mais receita, além de se preparar para os meses vindouros. Você precisa saber para onde o dinheiro está indo para conseguir fazer um efetivo planejamento financeiro.

Um software de gestão básico pode ajudar muito. Os chamados ERP (Enterprise Resource Planning) são softwares que integram todos os processos e dados de uma organização em um único sistema e acabam gerando uma série de benefícios para a empresa. E eles também poderão ser úteis para emitir suas notas fiscais, uma vez que a Sefaz (Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo) vai descontinuar o uso do emissor gratuito a partir de janeiro do ano que vem.

Bem, cuide da prestação de contas da sua empresa. Isso vai lhe ajudar muito e também potencializar o trabalho da sua contabilidade.

Fonte: Diário Grande ABC

24/11/2016

Contador para Pequenas e Médias Empresas: entenda de uma vez por todas porque ele é tão importante!

Contador de pequena e média empresa é fundamental para o crescimento das empresas. Entender a sua importância é essencial para melhor gestão interna, administração e organização empresarial.

Pequenas e médias empresas correspondem a uma parte considerável do mercado nacional. De acordo com o Sebrae, a participação delas na economia brasileira vem progressivamente aumentando ao longo das décadas. Em termos agregados, essa participação passou de 21% em 1985, para 23% em 2001 e chegou a 27% em 2011.

Da mesma forma, o desafio das pequenas e médias empresas tem sido cada vez maior, no sentido de agregar valor e sofisticar sua atuação de maneira que consigam, assim, crescer com maior facilidade.

Nesse ponto, é fundamental lidar com a parte burocrática do negócio com eficiência. Saber como estruturar seu empreendimento do ponto de vista fiscal e ainda garantir bons conselhos na tomada de decisão pode ser um diferencial para o futuro. Por isso, nada melhor do que contar com um contador para PME.

Quer saber a importância desse profissional para PME? Continue a leitura!

Qual é o papel do contador dentro das empresas?
Para que serve um contador? Para adequar os procedimentos da sua empresa às exigências legais? Essa é uma definição que já ficou no passado. Hoje, o que se espera de um profissional contábil é muito mais do que isso.

Até mesmo em função das exigências que surgiram a partir da evolução das empresas, hoje cabe ao contador uma posição muito mais estratégica.

Além de lidar com questões de fundamental importância do ponto de vista técnico, como o planejamento tributário, a análise do desempenho da empresa, e o cumprimento das leis, atualmente, os bons contadores têm atuado na consultoria empresarial, dando orientações a respeito de novos investimentos, visando não somente a continuidade dos trabalhos da organização, como também, o seu crescimento.

Por que contratar um contador?
Planejamento tributário
Quando você abre uma empresa, precisa ter atenção a alguns aspectos fundamentais que podem fazer a diferença em sua gestão a longo prazo. Um deles é o planejamento tributário.
Basicamente, o planejamento tributário é a maneira como a empresa se organiza em relação aos impostos devidos. A principal atividade relativa a ele é a escolha adequada do regime tributário a pagar.

Nesse caso, a importância do contador é muito grande, pois é preciso fazer uma análise criteriosa das características de seu empreendimento para então enquadrá-lo em algum dos regimes tributários disponíveis.

Complexidade do trabalho contábil

Em muitos casos, principalmente em PMEs, é comum ver os próprios gestores cuidando da parte contábil de suas empresas. Até mesmo para aliviar os gastos com a contratação de um serviço qualificado, eles procuram aprender o máximo para lidar com a parte burocrática e, de fato, até acabam conseguindo segurar as pontas em um primeiro momento. Mas cabe esclarecer, nos termos do Código Civil art. 1.179 é obrigatório a sociedade empresaria seguir sistema de contabilidade, mecanizado ou não, com escrituração uniforme de seus livros e levantar anualmente o balanço patrimonial e do resultado econômico.

Que é obrigatório ter um contador, não temos dúvidas, existindo no mercado diversos. Assim devendo ser analisado o diferencial do trabalho do contador que aparece nos detalhes. Por exemplo, quando não se tem a experiência necessária para lidar com a legislação, existe a possibilidade de se gastar muito mais com o pagamento de multas relativas a atrasos ou interpretações equivocadas sobre obrigações fiscais.

Já quando se trabalha com um profissional qualificado os procedimentos ganham em agilidade, qualidade e eficiência. Por isso, é fundamental contar com um contador que será capaz de colocar a empresa nos trilhos do sucesso.

Trabalhar com contador não é algo que deve ser considerado apenas por grandes corporações. As pequenas e médias empresas, tão significativas para o mercado nacional, também precisam ter atenção a este profissional, pois além de ser um aliado na questão legal, ele também pode ser um diferencial no crescimento do empreendimento. Por isso, jamais desconsidere o potencial de um contador para PME.

Ficou com alguma dúvida? Deixe aqui seu comentário. Estamos dispostos a esclarecer.

Fonte: Assis Videira Contabilidade, Perícias e Consultori

10/11/2016

Sistema Fenacon pede ampliação do prazo de parcelamento de débitos

Tal ação será de grande importância, em virtude da gravidade e do momento vivido pelas empresas

O Sistema Fenacon Sescap / Sescon enviou na manhã de hoje ofício ao Secretário da Receita Federal do Brasil, Jorge Rachid, e ao Secretário - executivo do Comitê Gestor do Simples Nacional, Silas Santiago, solicitando que o período de parcelamento, por meio de regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional – CGSN, seja permitido até o mês anterior à disponibilidade do sistema que vai garantir o parcelamento, Lei Complementar nº 155 de 2016.

De acordo com o documento, tal ação será de grande importância, em virtude da gravidade e do momento vivido pelas empresas, a queda da atividade econômica, a elevação de inadimplência e restrições de acesso ao crédito que resultam em grande pressão sobre o caixa das empresas e sua capacidade de pagamento.

Veja a íntegra do documento enviado:

É com grata satisfação que parabenizamos este órgão quanto ao esforço que possibilitou a aprovação da Lei Complementar nº 155 de 2016. Tal legislação, sem dúvida alguma, representará um enorme estímulo aos empresários e trabalhadores das Micro e Pequenas Empresas brasileiras, principalmente neste momento de fragilidade econômica que o país atravessa e, de imediato, para as cerca de 600 mil empresas com débitos no Simples Nacional e notificadas pela RFB.

Cabe ressaltar que um dos principais pontos sancionados na proposta - com vigência imediata - é o Parcelamento Especial de Débitos do Simples Nacional. Previsto no artigo 9º da nova lei, ele prevê um prazo de até 120 (cento e vinte) meses para parcelar os débitos do Simples Nacional.

No entanto, a tramitação deste projeto no seu retorno à Câmara dos Deputados, desde o acordo firmado no Senado Federal e que definiu a redação final, demandou um prazo muito superior ao estimado na ocasião, gerando uma situação preocupante, ao limitar os débitos passíveis de parcelamento especial à competência de maio de 2016.

Felizmente, a redação do dispositivo remete ao Comitê Gestor do Simples Nacional - CGSN, a regulamentação do parcelamento dos débitos vencidos e, de forma sábia e prudente, prevê a possibilidade de reabertura ou prorrogação desse prazo, por meio da deliberação deste Comitê.

É de extrema importância reforçar a gravidade do momento vivido pelas empresas, a queda da atividade econômica, a elevação de inadimplência e restrições de acesso ao crédito que resultam em grande pressão sobre o caixa das empresas e sua capacidade de pagamento.

Diante do exposto e com a perspectiva de disponibilização do sistema de parcelamento no mês de dezembro de 2016, contamos com o apoio de Vossa Excelência para ampliar o período de parcelamento, por meio de regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional - CGSN, até o mês anterior à disponibilidade do sistema.

Reiteramos nosso compromisso, como parceiros, e também como um Sistema Sindical que representa mais de 400 mil empresas em todo o Brasil. Esteja certo de que trabalharemos em conjunto para desenvolver ações necessárias para levar ao conhecimento e efetivar o máximo de adesões na regularização dos débitos. O compromisso do Sistema Fenacon Sescap/Sescon é contribuir com a geração de empregos, manutenção das empresas e desenvolvimento do País.

Atenciosamente,
Mario Elmir Berti
Presidente da Fenacon
Fonte: FENACON

10/11/2016

Empréstimo para pagar 13.º não é a melhor alternativa

Embora bancos ofereçam linhas de crédito especial, taxas são altas

Termina no próximo dia 30 o prazo para pagamento da primeira parcela do 13.º salário dos funcionários. A segunda deve ser paga até 20 de dezembro. A crise econômica tem apresentado desafios financeiros para as empresas, mas para o vice-presidente de Desenvolvimento Profissional do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), Nelson Zafra, pegar empréstimo para quitar o compromisso não é uma boa alternativa.

A gratificação natalina, conhecida como 13.º salário, foi instituída em 1962 e garante ao trabalhador formal, aposentados e pensionistas o pagamento de um salário extra, em duas parcelas. O valor é referente ao último salário recebido pelo empregado. “Essa é uma obrigação legal. Os empresários sabem que ao contratar alguém terão de pagar esse salário, e, portanto, o melhor é que se organizem. As taxas de juros são sempre altas”, defendeu.

A rede bancária oferece, para quem não vai conseguir honrar os pagamentos com o dinheiro que tem em caixa, linhas de crédito especiais para capital de giro, com taxas que variam entre 1,7% e 5,5%. “Nenhuma organização sobrevive sem planejamento administrativo e tributário. E as obrigações trabalhistas têm prioridade nas organizações”, resume Zafra.

Como deve ser pago

O empresário deve pagar o benefício até o dia 20 de dezembro, em duas parcelas. A primeira deve ser paga entre 1.º de fevereiro e 30 de novembro e é chamada de antecipação. Em janeiro, o funcionário pode solicitar que a antecipação seja efetuada no mês de seu aniversário. O empregador não está obrigado a pagar todas as antecipações no mesmo mês, a não ser que seja acordado em convenção coletiva.

Sobre a antecipação não incide nenhum imposto, e o FGTS referente a essa parcela deve ser pago até o dia 7 do mês subsequente. Na segunda parcela incidem INSS e IRRF sobre o valor total do benefício, e o FGTS correspondente a essa parcela deve ser recolhido até o dia 7 de janeiro.

Os funcionários que recebem salários variáveis, por qualquer razão, receberão um onze avos da soma das partes variáveis recebidas entre janeiro e novembro, além do valor do salário fixo. Por exemplo: um funcionário recebe salário mínimo mais comissão, e essa foi de R$ 100 entre janeiro e novembro. Ele receberá, portanto, R$ 880 + R$100, que corresponde a um onze avos da soma das comissões. Também são variáveis horas extras, gratificações, adicionais, entre outras.

Para o empregado que não tem um ano de vínculo com a empresa, o benefício é proporcional ao período trabalhado, e passa a ter direito quem trabalhou ao menos 15 dias no mês anterior ao pagamento da gratificação. No caso de a empresa pagar parte do salário em utilidades, como plano de saúde, por exemplo, a parte efetivamente descontada deve ser computada para cálculo do 13.º.

Este ano, segundo o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o pagamento do benefício deve injetar na economia R$ 196,7 bilhões. Cerca de 84 milhões de brasileiros receberão a gratificação, dos quais 60% são trabalhadores na ativa.

Fonte: RP1 Comunicação

28/10/2016

Qual o Valor do Seu Serviço?
São necessários anos de estudo e preparação para prestar serviços com qualidade e seriedade, mas nem sempre os mesmos são valorizados pelos consumidores.

São necessários anos de estudo e preparação para prestar serviços com qualidade e seriedade, mas nem sempre os mesmos são valorizados pelos consumidores.

Será que os clientes não sabem selecionar o que precisam ou o prestador de serviço é inábil para informar seus atributos?
Para responder a este questionamento é necessário aprofundar o conhecimento de alguns termos que ainda provocam grande confusão entre os responsáveis pela precificação, sendo que os principais em relação à formação do preço de venda são o lucro, mark-up, preço, custo e valor.

Esta “salada” de termos muitas vezes dificulta a compreensão da mensagem que realmente se pretende transmitir o não entende a informação recebida.

Observe o caso corriqueiro do empresário que afirma praticar lucro de 100%. Quem conhece minimamente sobre custos e formação de preço de venda sabe que é impossível lucro de 100%.

Provavelmente a afirmação refere-se ao mark-up de 100%, ou seja, a mercadoria que custa R$ 30 é vendida por R$ 60. Veja que nesta confusão nem foi abordado o valor da mercadoria.
É necessário conhecer o significado correto de cada termo para executar com perfeição, pesquisar de forma adequada e quando for comunicar que passe as informações precisas. Vamos entender o significado das expressões:

Custo, numa definição bastante simplificada, são todos os gastos, diretos e indiretos, necessários à execução de um serviço, à fabricação de um produto ou ainda à aquisição de uma mercadoria para colocar na prateleira, ou seja, vender.

Preço é a expressão monetária que o fornecedor atribui e aceita trocar pelo serviço ou produto. Comumente chamado de preço de venda, talvez ficasse melhor se batizado de preço de troca.
Valor pode ser considerado a soma dos atributos percebidos, pelo consumidor, em um serviço ou produto, de acordo com as várias alternativas disponíveis.

Exemplo simples: a nota de R$ 1, cujo preço é R$ 1, mas o valor percebido por colecionadores pode chegar a R$ 200, e vir a ser o novo preço do produto. Quem define o valor é o cliente e ele nunca está errado.

Quando o cliente não identifica valor que atenda ao “preço da etiqueta” pelo serviço ou produto, proporá pagar menos ou irá buscar outro fornecedor.

É possível ajudar os clientes ou prospects a reconhecer valores anteriormente não percebidos, mas para isso é necessário estabelecer um canal de comunicação adequado. Mostrar os riscos que ele incorrerá se não buscar um profissional capacitado é uma forma de valorização do trabalho.

Outra possibilidade, conforme o amigo Robertto Assef em seu livro “Gerência de preços”, é acrescentar atributos de diferenciação aos produtos ou construir algumas vantagens competitivas que não sejam tão trivialmente copiáveis, se possível enfatizando as desvantagens e os riscos dos produtos de baixos preços.
Serviços e produtos de alto valor poderão ter preços maiores e, por consequência, melhorar o lucro.

Por Gilmar Duarte
Fonte: Blog Guia Tributário

28/10/2016

Comissão estuda a criação do Fórum Nacional de Assuntos Tributários

Para buscar mecanismos que tornem mais eficiente, no âmbito da área de atendimento da Receita Federal do Brasil, a aplicação dos atos normativos expedidos pela RFB, está sendo formatada a criação do Fórum Nacional de Assuntos Tributários.

Para buscar mecanismos que tornem mais eficiente, no âmbito da área de atendimento da Receita Federal do Brasil, a aplicação dos atos normativos expedidos pela RFB, está sendo formatada a criação do Fórum Nacional de Assuntos Tributários (Fonat), que deverá funcionar em 2017.

As definições de como vai funcionar o Fórum estão ocorrendo em reuniões realizadas entre a Receita Federal, a Fenacon e o CFC, que constituem uma comissão, instituída pela RFB, para discutir a expansão das unidades de Autoatendimento Orientado (AO) e dos Núcleos de Apoio Contábil e Fiscal (NAFs), ambos da Receita Federal.

"O Fonat está sendo criado para manter um relacionamento cooperativo entre as entidades envolvidas nos procedimentos fiscais e tributários do âmbito da área de atendimento da Receita, de forma que ocorra uma compreensão mais ampla e eficiente para toda a sociedade", afirma o conselheiro do CFC e coordenador da comissão, Geraldo de Paula Batista Filho.

Além do conselheiro do CFC, a comissão conta também com Carlos Sussumu Oda, representante da Coordenação-Geral de Atendimento e Educação Fiscal da RFB; e José Rosenvaldo Rios, diretor da Fenacon.

Os assuntos a serem debatidos neste Fórum terão representantes técnicos indicados pelas entidades que serão convidadas a participar. Além do CFC, Fenacon e da Receita Federal, deverão ser convidadas outras entidades para compor o Fonat.

"A nossa expectativa é que o Fonat propicie discussões que nos auxiliem a apresentar sugestões de melhoria quanto ao atendimento da Receita à população em geral", disse Batista.

Autoatendimento orientado
Outro tema discutido na reunião foi a implementação das unidades-piloto de AO nas prefeituras das cidades de Poços de Caldas (MG), Timbaúba (PE), Afogados da Ingazeira (PE), Camaçari (BA) e Santo Amaro da Purificação (BA). Segundo o conselheiro do CFC, a partir de novembro, serão feitos contatos com as prefeituras e com as Divisões de Integração com o Cidadão (Divics) da receita federal para dar andamento à instalação das unidades.

Os membros da comissão também estão atualizando uma publicação sobre como funciona o Autoatendimento Orientado da RFB nesta nova fase de ampliação. Esse guia será disponibilizado em breve.

Por Maristela Girotto
Fonte: CFC

26/10/2016

Como saber se a minha empresa está ganhando ou perdendo dinheiro?

Você tem ideia se o seu negócio dá lucro ou só rende prejuízo? Veja como organizar as contas para acabar de vez com a dúvida.

Costumo dizer que empreender é um “ato de heroísmo”, pois requer o enfrentamento de desafios cotidianos. Não basta ter uma ideia inovadora e buscar todas as possibilidades para colocá-la em prática. Ao iniciar as atividades, surge o desafio de mantê-lo sustentável, bem como avaliar se o investimento tem atendido o retorno financeiro esperado.

Eis outro desafio: ter domínio sobre a gestão financeira para saber se estamos ganhando ou perdendo dinheiro. Sugiro, então, que o empreendedor tenha em mente quatro ações primordiais: organizar, disciplinar, criar e equilibrar.

Organizar
Na gestão financeira de uma empresa, organizar é fundamental para manter o controle. É essencial saber o dinheiro que entra e o que sai. Pequenas ações e simples ferramentas podem ser úteis para que isso ocorra.

Não necessariamente o empreendedor deve investir em softwares avançados para isso. Uma simples planilha de Excel, alimentada no cotidiano, pode se mostrar uma “santa ajuda”, para saber se a empresa está no azul ou no vermelho.
Ainda sobre organizar, o fluxo de caixa é o controle de entradas e saídas de dinheiro em determinado período de tempo. Todas as movimentações como receitas, despesas, contas a pagar, contas a receber, empréstimos e outros investimentos devem ser explicitados na organização desse fluxo.

Disciplinar
Dessa forma é necessário se disciplinar para atualizá-lo. Sugiro que essa atualização seja diária, pois dessa forma você manterá domínio e controle sobre os registros financeiros do seu negócio.
A disciplina permite analisar em qual momento o empreendedor pode tomar a decisão de investir ou não em atitudes voltadas à melhoria da saúde financeira do seu negócio, pois tem total domínio sobre receitas e despesas.

Criar
Cria-se, portanto, um fluxo de informações precisas para a gestão. Portanto:
a) Crie a disciplina de controlar o fluxo de caixa, independentemente do seu tipo de negócio. Esse controle pode ser diário, semanal, quinzenal ou mensal. Determine isso como tarefa cotidiana de gestão financeira para não perder o controle sobre os registros.
b) Crie categorias de receitas e despesas, diferenciando-as inclusive nas planilhas de controle. Uma ideia simples é utilizar cores para cada categoria, para fácil identificação na contabilização do fluxo de caixa.
c) Crie identificações de movimentações financeiras por período, pois dessa forma é possível saber quais os períodos de cada receita e despesa e suas eventuais previsões de pagamentos e recebimentos.
d) Crie registros de contas a pagar com as despesas operacionais, para assim consolidar o saldo do seu caixa, provisionando o saldo futuro, inclusive com as expectativas de investimentos.
e) Crie registros de contas receber, categorizando-os por tipo de serviço ou produto resultante da venda ou pela forma de pagamento (à vista ou à prazo), assim você tem a previsão do dinheiro que entrará no caixa.

Equilibrar
E por fim, empreendedor, equilibrar as receitas e despesas é o caminho para ter o retorno financeiro esperado para seu negócio. Talvez esse seja o seu maior desafio para manter a sustentabilidade e o equilíbrio entre suas ações.

Fonte: Exame.com

24/10/2016

O que está dando errado na sua estratégia de conteúdo?

O marketing de conteúdo demorou para chegar no Brasil e, do ano passado pra cá, houve um movimento mais intenso empresas –principalmente das B2B– em torno do tema. Muitas organizações já adotaram a estratégia, e estamos chegando numa segunda

O marketing de conteúdo demorou para chegar no Brasil e, do ano passado pra cá, houve um movimento mais intenso empresas –principalmente das B2B– em torno do tema. Muitas organizações já adotaram a estratégia, e estamos chegando numa segunda onda, que é justamente a descoberta de que simplesmente criar conteúdo aleatoriamente não funciona.

Mapear as personas, criar a jornada de compra etc, etc, tudo isso é meio inútil quando o conteúdo é pouco especializado – quando quem escreve não sabe muito bem do que está escrevendo. Não é raro encontrar empresas que encontram problemas na operacionalização pois o conteúdo simplesmente não impacta o prospect em potencial porque não tem relevância. Também não é raro visitar uma empresa na qual seu fornecedor atual simplesmente não consegue criar conteúdo específico justamente porque é “muito específico”. Aí a bola volta para a empresa.

Quando se fala no mercado B2B e em segmentos como Tecnologia da Informação e Indústria, o blablabla mais generalizado não vai fazer muita diferença para quem está buscando informação. A internet, aliás, está inundada de conteúdos que não fazem a menor diferença na vida de quem está lendo, e esse é, certamente, o pior lado do marketing de conteúdo.

Como ir além desse problema

Como todo movimento de maturação, esta segunda onda do marketing de conteúdo tem trazido alguns aprendizados importantes que o gestor de marketing precisa levar em consideração na hora de pensar em planejar sua estratégia para 2017:

Marketing, no B2B, precisa ser importante na geração de leads. Se a métrica é curtidas, visitas ou engajamento, revise a sua estratégia urgentemente. É claro que isso é importante, uma empresa precisa fomentar o crescimento da sua marca, os valores em torno da marca, e a reputação. Mas no B2B o marketing gera valor internamente –para os outros stakeholders da empresa—quando gera oportunidades reais de negócio. O marketing precisa ser um apoio importante na geração de leads da empresa, juntamente a uma boa estratégia comercial.

Nem sempre a divisão da estratégia de conteúdo em várias agências funciona. Nem sempre o cliente quer centralizar tudo em uma única agência, e aí começa a descentralização das atividades –geralmente alguém produz o conteúdo, uma outra empresa faz as mídias sociais, e uma terceira vai trabalhar na estruturação de links patrocinados. O maior problema desse tipo de estratégia é que as mídias sociais são fundamentais para o marketing de conteúdo. Ou todo mundo está muito bem alinhado e caminhando junto, ou você perderá oportunidades importantes de gerar resultados usando as mídias sociais.

A mesma coisa acontece com links patrocinados. O que dá mais resultado no B2B? Conteúdo. Fazer um anúncio “no estilo B2C”, como se vende um sapato ou uma peça de roupa não é a melhor opção, acredite.

Qualidade de conteúdo e técnica, sempre. O conteúdo de qualidade precisa andar lado a lado com a técnica. Para isso, é preciso haver uma consistência na busca por inovação que deve ser constante. Novos formatos e novas técnicas surgem a todo momento, e o gestor precisa estar preparado para ter esse olhar mais técnico sobre o planejamento do conteúdo.

Seu site importa. Parece óbvio, mas muitas empresas não têm um site adaptado ao mobile. O único problema é que a maior parte dos seus usuários vem agora do mobile. Então não há estratégia de conteúdo que resolva o problema de usabilidade. Essa é a primeira coisa que precisa ser revista.

Senso comum é um problema. Marketing de conteúdo, em última instância, significa entender como um algoritmo que ninguém conhece totalmente, funciona. É compreender como fazer com que a máquina (neste caso, o Google) trabalhe a seu favor. A única questão, neste ponto, é que o mercado dissemina um monte de conhecimentos “senso comum” que vão passando pra lá e pra cá, sem o menor fundamento – como por exemplo, encher o texto com a mesma palavra-chave repetidamente. Isso pode ter funcionado em algum momento, mas as mudanças são rápidas demais para que haja certezas absolutas nesta indústria.

Fonte: Portal Dedução

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