NES Assessoria Empresarial

NES Assessoria Empresarial Assessoria empresarial em comercio exterior , importação e expotação . Contratação de serviç

14/08/2016
17/09/2012

Importadores podem cortar mais 5 mil vagas
Nova queda nas vendas de carros importados levou a Abeiva - entidade que representa o setor - a prever ontem novos cortes de postos de trabalho até o fim do ano.
Publicada em 14 de Setembro de 2012

Nova queda nas vendas de carros importados levou a Abeiva - entidade que representa o setor - a prever ontem novos cortes de postos de trabalho até o fim do ano. Desde janeiro, dez mil vagas foram eliminadas pelas empresas de importação de carros, levando o quadro de funcionários para 25 mil pessoas.

Segundo Flavio Padovan, presidente da Abeiva, outros cinco mil empregos podem ser cortados até dezembro, como resultado do fechamento de lojas e enxugamento de custos pelas companhias.

Desde 16 de dezembro, as importações de carros pagam 30 pontos adicionais de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Esse fato, combinado à desvalorização do real ante o dólar, derrubou em 27,5% as vendas dos automóveis de marcas sem fábrica no Brasil entre janeiro e agosto.

Nos oito primeiros meses do ano, foram emplacados 93,7 mil carros importados, ou 3,9% do mercado total. Os números incluem os resultados de marcas como Kia Motors, JAC e Chery.

Para 2012, a Abeiva ainda prevê o recuo de 40% nas vendas. Apesar do recorde da indústria nacional em agosto, as vendas de carros importados caíram 41,4% no mês passado, quando comparadas a igual período de 2011, somando 12 mil unidades.

O volume, contudo, representa uma evolução de 11,5% sobre julho, quando foram vendidas 10,7 mil unidades. Para Padovan, o setor está "à beira do colapso".

Os importadores ainda aguardam uma posição do governo sobre o pedido de cotas de automóveis que ficariam livres do aumento do IPI. Padovan afirmou que a medida foi prometida pelo governo, mas seu anúncio vem sendo adiado desde maio.
Fonte: Valor Econômico(14/09/2012)

17/09/2012

Exportadores podem vender crédito de ICMS
Os créditos de ICMS acumulados por exportadores no Espírito Santo poderão ser usados em importações próprias ou de terceiros.
Publicada em 14 de Setembro de 2012

Os créditos de ICMS acumulados por exportadores no Espírito Santo poderão ser usados em importações próprias ou de terceiros. A transferência desses créditos será feita por meio de leilões. A novidade está na Lei nº 9.908, publicada ontem.

A norma ampliou a possibilidade de uso desses créditos que se acumulam porque os exportadores vendem suas mercadorias sem a incidência do ICMS. Assim, não têm como usar os créditos obtidos anteriormente.

Os contribuintes capixabas já estavam autorizados a transferir seus créditos para estabelecimentos próprios no Estado e, na existência de saldo remanescente, repassar a outras empresas do Espírito Santo, mediante autorização da Fazenda. Desde ontem, o exportador pode também usar esses créditos para pagar até 90% do imposto devido na importação de mercadorias ou bens, devendo o restante ser recolhido em dinheiro. O exportador pode ainda transferir esses créditos acumulados a terceiros.

A nova lei cria um regime de leilão para as transações de compra e venda de créditos do ICMS, regidas pelo Banco de Desenvolvimento do Estado (Bandes). A norma já adianta procedimentos para a captação e aquisição de créditos por meio de leilões. Na captação, por exemplo, terá preferência o estabelecimento que ofertar o maior deságio. Na aquisição, terá preferência na arrematação das cotas o estabelecimento que oferecer, para pagamento em dinheiro, o maior percentual do imposto devido. Um decreto a ser publicado irá disciplinar os leilões.
Fonte: Valor Econômico(14/09/2012)

17/09/2012

Crise na Argentina afeta mais Brasil do que turbulência na Europa
Exportações brasileiras sofrem com barreiras do país vizinho.
Publicada em 17 de Setembro de 2012

A má fase econômica e a instabilidade política da Argentina estão afetando as exportações brasileiras com mais força do que a crise europeia. De abril a julho, mesmo com o câmbio acima de R$ 2, as vendas do Brasil a outros países caíram US$ 6,1 bilhões sobre igual período do ano passado. Os argentinos foram responsáveis por 32% da redução, com o encolhimento de US$ 1,96 bilhão das compras dos produtos brasileiros. Já a União Europeia importou US$ 1,67 bilhão menos, ou 27% do total da queda das vendas brasileiras.

Em todas as categorias (bens de capital, intermediários, duráveis, não duráveis e combustíveis) o Brasil registrou variação negativa nas exportações entre abril e julho. Mas as perdas mais nítidas foram na indústria, sobretudo em bens de capital (-14%) e de consumo duráveis (-12%) — dos quais os principais compradores são os argentinos, com 60% do total exportado pelo Brasil.

— O problema está na economia argentina e isso nos preocupa. O mau desempenho das exportações é ruim para a nossa economia. As medidas do governo surtirão efeito na indústria neste semestre, e o fator exportação pode segurar o PIB do ano — diz Júlio de Almeira, consultor do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi).

Especialistas explicam que a Argentina tem forçado a redução de importação com barreiras comerciais para encerrar o ano com superávit. E está trocando produtos brasileiros por chineses, mais baratos. José Augusto de Castro, diretor da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), chama o “macete” da presidente Cristina Kirchner e seu braço direito, o ministro Guillermo Moreno, de "jeitinho argentino".

— Após o calote argentino, eles não têm mais crédito. E não vendem títulos do governo porque não há quem confie no país. Como não exportam quase nada, a saída é ter superávit na balança impondo barreiras.

A situação está tão crítica que a Fiesp vai propor ao governo argentino que seja usada a moeda local no comércio entre os dois países, para reaquecer a relação bilateral. As restrições argentinas já fizeram exportadores brasileiros desistirem de negócios no país vizinho. Um exemplo é Astor Ranft, sócio da Calçados Pegada, do Rio Grande do Sul, que vendia sapatos masculinos de couro à Argentina:

— Abandonamos o país poque não havia como trabalhar

Marcelo Palubettio, diretor da Democrata, exportadora de sapatos, diz que há dias em que suas lojas não têm mercadoria. Apesar de a Argentina ter mercado promissor, ele diz que com a instabilidade política “não há como crescer”.
Fonte: O Globo(17/09/2012

17/09/2012

Projetos de logística terão mais crédito do BNDES
2 08 2012

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) poderá financiar em condições “bastante favoráveis” os projetos na área de logística que deverão ser concedidos à iniciativa privada ainda neste ano, afirmou ontem, em São Paulo, o presidente da instituição, Luciano Coutinho. “Este é um setor prioritário para o governo, porque os gargalos nos sistemas logísticos brasileiros afetam os custos da indústria de serviços e precisam de investimentos com urgência”, afirmou, após participar de seminário promovido pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) sobre o papel do BNDES no estágio atual da economia brasileira.

Coutinho disse ainda que “o governo federal pretende incentivar muito a participação do setor privado em concessões da área de logística no país, principalmente portuária, ferroviária e nas rodovias, para acelerar os investimentos”.

Apesar do discurso do governo, que enfatiza a preocupação com os projetos de infraestrutura, os desembolsos do BNDES para projetos desse tipo recuaram nos 12 meses até junho de 2012, somando R$ 54,6 bilhões. Se mantido o ritmo até o fim do ano, o resultado será de queda em relação ao ano passado, quando o BNDES concedeu R$ 56,1 bilhões nessa rubrica. Segundo Coutinho, a comercialização de caminhões comprometeu o desempenho no período, já que as aquisições desses veículos é contabilizada como investimento.

A introdução, em janeiro deste ano, do novo padrão de emissão de poluentes, o Euro 5, levou a uma forte concentração de vendas em dezembro do ano passado. A formação de estoques elevados prejudicou o desempenho do setor no primeiro trimestre deste ano. “A mudança de padrão comprometeu um pouco o resultado no primeiro semestre, mas com certeza os desembolsos vão voltar a crescer nos próximos anos. Esses projetos são essenciais para o Brasil e exigem apoio do sistema privado”, disse Coutinho. O presidente do BNDES também voltou a afirmar que o Brasil tem uma fronteira de investimentos rentáveis a ser explorada nos próximos anos. Isso somado à saudável situação fiscal do país, a existência de um Banco Central competente e capacitado e o processo “histórico” de redução dos juros o deixam “convicto de que o Brasil é uma economia com todas as condições para sustentar uma taxa expressiva de crescimento nos próximos anos, superior a 4%”. Em relação às perspectivas para este ano, o presidente do BNDES limitou-se a dizer que a economia “vai se recuperar”. Pelas projeções do banco de fomento, os investimentos no país devem crescer a uma taxa anual de 6% entre 2012 e 2015, “mas vamos trabalhar duro para ampliar esse crescimento para algo entre 8% e 10%”, disse Coutinho. No total, os investimentos no período devem somar R$ 1,8 trilhão.

Fonte: Valor Econômico – http://www.portogente.com.br/texto.php?cod=68576

17/09/2012

Fiscalização lenta e rigorosa exige paciência de quem passa por aeroportos e fronteiras.

Os auditores fiscais da Receita Federal estão em operação padrão no país inteiro. A operação está concentrada em aeroportos e fronteiras e não há previsão de encerramento. De acordo com o sindicato dos auditores fiscais, a mobilização segue até que ocorra contato da parte do governo federal.

As fiscalizações estão ocorrendo normalmente e todos os auditores estão comparecendo ao trabalho. O que muda é que os processos são feitos de forma mais lenta e rigorosa, exigindo paciência de quem passar pelas fronteiras ou aeroportos brasileiros. Os auditores reivindicam aumento salarial, adicional de regiões inóspitas, entre outras mudanças.

A Receita Federal não quis se manifestar sobre o assunto. (Fonte: Zero Hora, 18/06/2012)

17/09/2012

Câmbio
Dólar EUA compra venda
14/09 (PTAX) 2,0133 2,0139
17/09–12:00 2,0305 2,0311
euro
14/09 (PTAX) 2,6455 2,6465
17/09–12:00 2,6677 2,6687

Endereço

Rua UIRAPURU, 220
Salto, SP
13320-000

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 18:00
Terça-feira 09:00 - 18:00
Quarta-feira 09:00 - 18:00
Quinta-feira 09:00 - 18:00
Sexta-feira 09:00 - 18:00

Telefone

11 4098-1747

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando NES Assessoria Empresarial posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para NES Assessoria Empresarial:

Compartilhar

Categoria