Armando Tosi

Armando Tosi Treinamentos e consultoria nas áreas de crédito, mercado financeiro e certificações profissionais (CPA-10, CPA-20, CEA, etc.). Consultoria contábil.

Nossa empresa é especializada em palestras e treinamentos empresariais nas áreas contábil, fiscal e financeira. Desenvolvemos ao longo de 20 anos de atuação diversos treinamentos em bancos e empresas nacionais e estrangeiras de grande porte. Prestamos também consultoria em serviços contábeis, fiscais e departamento pessoal por meio de nossa ligada a Real Time Assessoria Contábil Ltda. Oferecemos treinamentos fechados sobre as principais certificações do mercado financeiro.

23/12/2025
21/12/2018

Desejamos a todos um Feliz Natal e um Excelente Ano Novo.

08/12/2017

Com a redução da Taxa Selic para 7% ao ano, o CDI fechou ontem a 6,89% ao ano. Nesse cenário quem tem poupança antiga (aberta antes de 04/05/2012), considerando-se as alíquotas de imposto de renda de 22,5%, 20%, 17,5% e 15%, dependendo do prazo de aplicação e manutenção da Taxa Selic nesse patamar, está obtendo uma rentabilidade na poupança "antiga" de aproximadamente 115,55%, 111,95%, 108,55% e 105,35% do DI, respectivamente. Realmente isso é incrível, pois para obter essa rentabilidade em outras aplicações de renda fixa precisaria de muito dinheiro aplicado. Lembrando isso só vale para quem tem poupança antiga, pois a nova está rendendo algo em torno de 0,40% ao mês o que equivale na menor alíquota de IR (15%) a aproximadamente 83% do CDI.

09/02/2017

Excelente matéria a respeito do descolamento entre CDI e SELIC.
‘Descolamento entre CDI e Selic pode ajudar o governo na desindexação’
Por: Lucinda Pinto



Um avanço no esforço do combate à indexação da economia, que se volta mais efetivamente para o setor privado, depende agora de um “choque” de medidas, que desestimule a emissão mas também a aplicação em ativos atrelados ao CDI de um dia. Essa é a opinião do professor da Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da FGV, e do Insper, Paulo Fraletti. Para ele, o elevado descolamento entre a taxa Selic e o CDI de um dia (que ontem estava em 0,16 ponto percentual) pode contribuir para desestimular as aplicações em ativos indexados ao CDI. E isso poderia explicar o fato de o Banco Central estar permitindo que esse descolamento se mantenha. “Se o investidor perde a confiança (no indexador), o risco aumenta e as pessoas podem tentar fugir”, afirma.

Para o especialista, outra ação que poderia ser adotada pelo governo para reduzir o grau de indexação é algum tipo de punição para a emissão de títulos atrelados ao CDI, seja por meio de tributação ou de aumento de compulsório. São medidas que geram distorções. “Mas pode acontecer de o governo considerar que os benefícios são maiores do que os custos. Eu não descartaria uma ação mais incisiva do governo para forçar as coisas nessa direção”, afirmou.

Valor: O que explica o descolamento entre o CDI e a Selic?

Paulo Fraletti: Historicamente, o CDI f**a abaixo da Selic e isso não tem lógica econômica. Por que ela f**a abaixo, então? A explicação mais plausível é que as instituições financeiras têm uma posição financeira em que elas são mais passivas em CDI e aplicam sua liquidez comprando títulos indexados à Selic, como a LFT. Então, para os operadores do mercado, uma taxa Selic maior do que a do CDI signif**a um ganho, ainda que pequeno. Como as duas taxas são de um dia, não dá para explicar esse descolamento por alguma restrição ou excesso de liquidez. Porque, por arbitragem, as taxas deveriam se alinhar. Mas como há esse interesse, as taxas tendem a permanecer descoladas. O que acontece é que, normalmente, o Banco Central monitora esse mercado para não permitir um descolamento muito grande. Assim, ele sempre manteve esse diferencial relativamente baixo, perto de 0,05, 0,10. É verdade que o Banco Central não atua nesse mercado de CDI, mas é verdade também que ele tem dezenas ou centenas de maneiras de induzir o sistema financeiro a não exagerar nesse descolamento.

Valor: Mas, nas últimas semanas, quando o descolamento aumentou, o BC parece ter deixado de fazer essa pressão.

Fraletti: O enigma aqui é por que ele não estaria fazendo nada. Uma explicação plausível é que a equipe econômica tem interesse em desindexar a economia. Estamos caminhando para 19 anos de Plano Real e f**amos com esse vício brasileiro nessa taxa diária, que é uma jabuticaba. A equipe econômica já deu sinais há mais de um ano de que gostaria de promover essa desindexação, o governo tem feito sua parte reduzindo a parcela de dívida atrelado à Selic, e também houve algumas iniciativas para induzir também fundos de pensão de estatais a trocarem títulos pós-fixados por prefixados. O que está diretamente ao alcance do governo já tem sido feito. Mas o setor privado tem uma quantidade de títulos indexados ao CDI, sobre os quais a intervenção do Banco Central é muito menos direta. Então, eu acho que o governo pode querer tirar dos agentes privados a segurança de que quando você compra um instrumento indexado ao CDI você tem uma rentabilidade que está atrelada à política monetária. Se você fragiliza essa ligação e cria uma incerteza, eu acredito que possa afugentar os agentes privados de instrumentos pós-fixados. Esse contrato que a BM&F está lançando de Selic futura pode ser usado para reduzir esse risco de base (de diferença entre taxas), por arbitragem. Eu diria até que um termômetro dessa insegurança no mercado seria o sucesso desse contrato. Se os investidores estiverem preocupados com esse descolamento, muito provavelmente vai haver demanda de operações de troca de taxas por meio do contrato da BM&F.

Governo pode querer tirar dos agentes a segurança de que o CDI está atrelado à política monetária

Valor: Esses contratos da BM&F foram anunciados na mesma semana em que crescia o debate sobre o descolamento entre CDI e Selic. E, em seguida, foi anunciada a nova metodologia de cálculo do CDI pela Cetip. Isso tudo faz parte de uma ação coordenada?

Fraletti: Considerando que o DI futuro é o principal contrato da BM&F, é provável que eles estivessem já se preparando para, eventualmente, substituir o instrumento. E anunciaram no momento em que perceberam que havia demanda. O caso da Cetip eu acho que é diferente. O CDI over é de responsabilidade da Cetip e é preciso que a taxa continue existindo pelos próximos, pelo menos, cinco anos. Eu não acredito que seja possível substituir o indexador e eles estão vendo que, nesse ritmo, pode chegar em alguns meses e não ter nenhuma operação. Por isso, eles estão desenvolvendo uma metodologia de contingência, como faz a BM&F, que tem de publicar todos os dias o preço dos ativos, mesmo quando não tem operação. Pode ser uma mera coincidência, mas talvez o conjunto de incertezas tenha trazido à tona uma coisa que já estava caminhando.

Valor: Na dívida pública, já houve uma evolução grande na redução da desindexação. Agora, tem algum outro nó que o governo deveria tirar, ou a busca por um indexador mais longo?

Fraletti: A parte do governo já está bem avançada. Mas o segmento de instrumentos privados não avançou nem uma fração do que a dos instrumentos públicos. Talvez por isso seja preciso criar alguma turbulência para os investidores migrarem. Agora, não acredito que as pessoas vão sair do fundo DI ou do CDB indexado ao DI para uma NTN-F (papel prefixado do Tesouro) de dez anos. Isso não vai acontecer. As NTN-Fs de dez anos são compradas praticamente por investidor estrangeiro. Ainda não chegou a hora de brasileiro ter título de dez anos. O que poderia acontecer seria a criação de um instrumento indexado a uma taxa de três ou seis meses. E aí, gradualmente, ir estendendo o prazo.

Valor: O governo poderá ter de dar um choque no mercado privado?

Fraletti: O governo poderia, de repente criar barreiras. Por exemplo, aumentar o compulsório sobre CDBs indexados ao CDI. Embora ele não atue diretamente no mercado, indiretamente, como política econômica, ele pode forçar (as mudanças de indexador). E talvez chegue uma hora em que talvez ele até decida. É sempre negativo esse tipo de intervenção – usar imposto, compulsório – porque você cria algum tipo de distorção. Mas pode acontecer de o governo considerar os benefícios serem melhores do que os custos. Eu não descartaria uma ação mais incisiva do governo para forçar as coisas nessa direção.

Valor: A inflação é um limite para o avanço?

Fraletti: O problema não é a inflação alta, mas a flutuação, que gera incerteza, que é risco, e que leva a um prêmio de risco. O brasileiro ainda tem essa memória inflacionária, que a história ensina que leva mais de 20 anos para passar. Quando você vê que o governo tem uma meta, estoura a meta por três anos, e as pessoas dizem que inflação alta não faz mal a ninguém (…) a gente já viu até onde isso pode levar. Essa insegurança leva as pessoas a correrem para os instrumentos curtos. Nesse sentido, essa brincadeira com fogo de inflação estrutural na casa dos 5,5% com certeza espanta os investidores. É a contribuição negativa do governo para caminhar nessa direção de ter um mercado mais parecido com o dos países desenvolvido.



FONTE: Valor econômico

02/05/2016

http://br.reuters.com/article/topNews/idBRKCN0XT0R1

SÃO PAULO (Reuters) - O governo publicou alterações nesta segunda-feira na regulamentação da cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre algumas operações de câmbio e compromissadas. De

04/01/2016

Mercado piora expectativas para inflação e PIB em 2016
Na primeira rodada de projeções do ano, analistas consultados pelo Banco Central preveem IPCA em 6,87% no ano, além de retração de 2,95% para a atividade econômica
No primeiro Relatório Focus de 2016, economistas consultados pelo Banco Central pioraram as projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) e a inflação este ano. A projeção para o avanço do IPCA em 2016 foi ajustada para cima em 0,01 ponto porcentual, para 6,87%, acima do teto da meta do governo, de 4,5% pelo IPCA com tolerância de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos. Fonte: Estadão 04/01/2016

08/12/2015

CDB E COMPROMISSADA SÃO A MESMA COISA?

VAMOS CONHECER AS DIFERENÇAS ENTRE ESSAS DUAS MODALIDADES DE APLICAÇÕES FINANCEIRAS.

Ultimamente tenho ouvido algumas pessoas afirmando que as aplicações em compromissadas são iguais às aplicações efetuadas em Certif**ados de Depósitos Bancários (CDB). Apesar de ambas serem aplicações de Renda Fixa convém destacar a diferença entre elas. O Certif**ado de Depósito Bancário é um título emitido por um Banco Comercial, Banco de Investimento, Banco Múltiplo ou Caixa Econômica Federal para captação de recursos que serão utilizados em sua maior parte nas operações de empréstimo, sejam elas para pessoas físicas ou jurídicas. As aplicações em CDB contam com a Garantia do Fundo Garantidor de Crédito no caso de liquidação ou intervenção do banco onde os recursos foram aplicados até o total de R$ 250.000,00 por CPF ou CNPJ. Caso o cliente aplique em CDB por prazo inferior a 30 dias corridos haverá a cobrança de IOF conforme a legislação. O IOF é cobrado sobre o rendimento da operação e pode variar de 96% para operações por um dia até 3% para aplicações realizadas por 29 dias corridos, sendo isento após esse prazo. Por outro lado as Compromissadas nada mais são que títulos emitidos por uma empresa ligada ao Banco emissor que são vendidas na rede de agências para os clientes com compromisso de recompra por parte do banco. As compromissadas só tem garantia do Fundo Garantidor de Crédito se os títulos que lastreiam a operação forem emitidos após 8 de março de 2012 por empresa ligada. Por outro lado se a Compromissada tiver lastro em Debêntures não haverá cobrança de IOF para aplicações por prazo inferior a 30 dias corridos, o que a tornaria uma boa alternativa para aplicações de curtíssimo prazo. Em termos de Imposto de Renda tanto o CDB como a Compromissada tem a mesma forma de tributação, ou seja, o IR é cobrado sobre o valor do rendimento, na fonte, quando do resgate. Para aplicações de até 180 dias corridos, alíquota é de 22,5%, caindo para 20% (181 dias até 360 dias), 17,5% (361 dias até 720 dias) e 15% (acima de 721 dias). Em termos de remuneração tanto as aplicações em CDB como em Compromissada podem ser prefixadas ou pós-fixadas. O mais comum é termos esses tipos de aplicações remuneradas com base num percentual do CDI (Certif**ado de Depósito Interfinanceiro) Cetip livremente negociado entre cliente e banco em função do volume global aplicado ou mantido em aplicações no banco. Sendo assim CDB é CDB e Compromissada é Compromissada. Abraços. Armando Tosi

Fonte: Armando Tosi
Data: 08/12/2015

Na bolsa de valores, existem símbolos bem conhecidos, estes símbolos são o touro e o urso. Mas o que signif**a cada um? ...
13/11/2015

Na bolsa de valores, existem símbolos bem conhecidos, estes símbolos são o touro e o urso. Mas o que signif**a cada um?
O touro representa a alta, representa os investidores compradores que elevam os preços das ações, também conhecido como Bull Market.
O urso representa a baixa, representa os investidores vendedores que com suas ofertas de venda acabam derrubando o preço das ações, também conhecido como Bear Market.

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