DH Vision A DH Vision é uma empresa de Assessoria em Finanças e Gestão especializada em pequenas e médias empresas.

Saber quais produtos/serviços são mais vendidos, quais são mais lucrativos ou quais geram mais caixa para empresa, são q...
29/10/2020

Saber quais produtos/serviços são mais vendidos, quais são mais lucrativos ou quais geram mais caixa para empresa, são questões relevantes na hora de decidir em quais produtos focar ou deixar de vender.

No entanto, diante da imensa quantidade de produtos/serviços que uma empresa pode oferecer, como realizar essa análise de forma eficiente?

Pensando nisso, Bruce Henderson criou, na década de 70, o conceito de Matriz BCG, cujo o nome remete à Boston Consulting Group, empresa na qual Bruce trabalhava quando desenvolveu a metodologia.

Apesar da versão original da metodologia ser mais aplicável ao contexto de grandes empresas consolidadas, que precisam definir estratégias de desenvolvimento de produtos e market share, ainda é possível utilizá-lo na análise de produtos de uma pequena empresa, basta realizar algumas adaptações. Vamos a elas.

Tenha em mãos a lista de todos os produtos que sua empresa vende, com as informações de quantidade vendida, valor de venda e margem de contribuição de cada produto.

ANALISE OS PRODUTOS SEGUINDO AS SEGUINTES CARACTERÍSTICAS:
🦸‍♂‍ Heróis (Alta Margem e Alta Quantidade Vendida): já estão performando bem, portanto, não precisa se preocupar muito com eles, mas claro, se houver oportunidade de melhoria, não hesite em fazê-la.

⭐ Potenciais (Alta Margem e Baixa Quantidade Vendida): carregam grande potencial de lucro, porem ainda não estão performando bem nas vendas. Isso pode estar ocorrendo por 2 motivos: ou ele está com preço elevado e a margem está “virtualmente” alta, ou ele precisa ter um estimulo de vendas maior.

⚠️ Cautelosos (Baixa Margem e Alta Quantidade Vendida): dada a margem baixa e o grande volume de vendas, são eles que puxam sua lucratividade média para baixo. Portanto, é sempre bom avaliar se existe a possibilidade de revisar seus preços.

❌ Problemáticos (Baixa Margem e Baixa Quantidade Vendida): aqueles que não dão lucro e não vendem, portanto, quanto menos deles você tiver, melhor.

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Aumentar as vendas e reduzir custos é o mundo perfeito para qualquer empresário(a), no entanto, sabemos que nem sempre é...
26/10/2020

Aumentar as vendas e reduzir custos é o mundo perfeito para qualquer empresário(a), no entanto, sabemos que nem sempre é possível conseguir o melhor dos dois mundos. 🌎

Com base nisso, diante da necessidade da escolha, qual caminho você consideraria mais adequado?

👨‍🏫 Vamos supor que o nível de esforço e investimento exigido para aumentar suas vendas em 5%, seja idêntico ao nível de esforço e investimento exigido para reduzir seu custo (CMV) em 5%. Qual dos dois caminhos você acha que gera maior aumento de lucratividade?

Muitos podem se sentir tentados a dizer que o aumento das vendas é melhor, ou que ambos são equivalentes, mas o ponto é que não. Reduzir 5% de custo tem um impacto maior na lucratividade da empresa do que aumentar 5% das vendas.

Isso ocorre, pois o aumento das vendas não vai direto para o lucro da empresa, ele ainda passa pelas despesas variáveis (taxas, impostos, comissões, etc) e pelos próprios custos para só depois impactar o lucro. Ou seja, deve-se aplicar o conceito de margem de contribuição para calcular o efeito real do aumento das vendas no lucro da empresa.

Com os custos é diferente, a redução de 5% no custo gera um impacto direto de 5% no aumento do lucro.

✅ Portanto, assumindo o mesmo nível de esforço e investimento para aumentar vendas ou reduzir custo, a segunda opção acaba sendo uma estratégia mais efetiva que a primeira.

É claro que isso não significa que aumentar as vendas seja irrelevante, dependendo das circunstâncias da empresa, pode ser o único caminho possível ou o mais condizente com as estratégias de longo prazo, no entanto, é sempre bom lembrar que assumir uma posição ingênua, com um discurso engessado no “preciso faturar mais, para lucrar mais”, te coloca em posições que não te permitem enxergar que podem existir estratégias melhores.

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A margem de contribuição é um importante indicador de resultado da sua operação. Ela revela quanto sobra do seu faturame...
22/10/2020

A margem de contribuição é um importante indicador de resultado da sua operação. Ela revela quanto sobra do seu faturamento após pagar tudo que é proporcional às vendas, isto é, seus custos e despesas variáveis.

👞 Imagine que você tenha uma empresa de sapatos, e tenha vendido R$ 100.000 em um determinado mês, tudo do cartão de débito.

Assumindo que a taxa da operadora de cartão seja de 2%, que as comissões dos vendedores sejam de 5%, seus impostos sejam de 10%, e que o custo dos sapatos (CMV) seja de 30% do valor da venda, temos:

Faturamento: 100.000 (100%)
(-) Operadoras: 2.000 (2%)
(-) Impostos: 10.000 (10%)
(-) Comissões: 5.000 (5%)
(-) Custo Sapato: 30.000 (30%)
Margem de Contribuição: R$ 53.000 (53%)

⚠️ O QUE ESTA MARGEM SIGNIFICA?
Significa que para cada 100 reais que sua empresa vender, sobrarão apenas 53 reais para pagar as suas despesas e gerar lucro. Ou seja, 47 reais são automaticamente “retidos/gastos”.

O conceito de margem de contribuição é vital para compreender que suas vendas não são “inteiramente suas”, toda venda tem um custo ou despesa variável associada, que cresce na mesma proporção que a venda.

✅ QUAL A MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO IDEAL?
Aqui vale a regra: quanto mais, melhor. Quanto menor forem seus custos e despesas variáveis, mais o seu faturamento é preservado e maior o potencial de lucro da sua empresa.

Inversamente, quanto menor for sua margem de contribuição, significa que mais seu faturamento está sendo “corroído” pelos custos e despesas variáveis e, como consequência, será necessário um faturamento maior para cobrir as despesas fixas e retirar o lucro almejado.

É importante sempre frisar que não existe uma regra para os percentuais de margem de contribuição. Ele depende de uma série de variáveis como: segmento de atuação, modelo de negócio, estrutura de custos e despesas, e por ai vai. Cada empresa deve fazer sua análise financeira e encontrar sua margem de contribuição ótima. Feito isso, fique sempre atento à ela!

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Pro bem e pro mal, aquele cenário romântico de antigamente, em que o empreendedor abria seu próprio negócio, fideliza a ...
19/10/2020

Pro bem e pro mal, aquele cenário romântico de antigamente, em que o empreendedor abria seu próprio negócio, fideliza a clientela por anos e mantinha as coisas “mais ou menos do jeito que sempre foram” está se tornando cada vez mais raro.

Se por um lado temos grandes avanços tecnológicos, que nos permite aumentar nosso grau de instrução, bem como a disponibilidade de capital (ainda que relativa), que possibilita que juntemos dinheiro ou peguemos emprestado no banco, e assim montarmos nosso plano de negócios e abrir nosso próprio empreendimento, por outro lado, tornou o mercado muito mais competitivo e desafiador.

Grandes formações de estoque, precificação com base no “feeling”, divulgação exclusiva pelo “boca a boca”, entre outras características que tínhamos antes deram espaço para planejamentos financeiros e estratégicos, nível de estoque ótimo, precificação com base em indicadores de mercado, divulgação através de diversos meios eletrônicos e uma clientela que não aceita menos do que a excelência.

Essas evoluções são positivas, mas, infelizmente tira do mercado muitas empresas consideradas “arcaicas” frente à velocidade da gestão das empresas de hoje, e a pandemia mostrou como o modelo de negócio e o capital de giro das empresas, em especial a pequena e a média, são frágeis, e a importância de desenvolver planejamentos de longo prazo e levar em considerações cenários caóticos e extremamente restritivos.

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A gestão financeira sempre foi um dos fatores fundamentais de sucesso nas empresas, mas agora, a importância que os gest...
15/10/2020

A gestão financeira sempre foi um dos fatores fundamentais de sucesso nas empresas, mas agora, a importância que os gestores tem dado ao tema tem sido crescente.

Uma necessidade que se tornou presente para a maior parte das empresas é a de reduzir as despesas para amenizar o impacto da queda do faturamento sobre o Fluxo de Caixa.

Esta necessidade invariavelmente leva a uma importante questão: “Mas o que reduzir? ” E quanto deve ser esta redução para meu fluxo de caixa aguentar este momento?”, e talvez uma pergunta ainda mais importante: “Quais são as minhas despesas hoje?”.

A dificuldade em se obter as respostas dessas perguntas revela que a gestão financeira da empresa precisa ser revista: o entendimento e controle das entradas e saídas (Fluxo de caixa), análise sobre os componentes do Lucro Operacional (DRE), perspectivas sobre o futuro financeiro da empresa (projeções financeiras) e a sensibilidade do negócio frente à contrações no faturamento x contrações nas despesas

Situações disruptivas (como a que estamos vivendo) quebram os paradigmas e estabelecem uma nova realidade, tornando prát...
12/10/2020

Situações disruptivas (como a que estamos vivendo) quebram os paradigmas e estabelecem uma nova realidade, tornando práticas que antes eram consideradas convencionais, obsoletas e ineficazes.

Nesse contexto, as empresas são testadas quanto a sua capacidade de adaptação e mudança. As empresas cujo gestores são muito resistentes à mudança e adaptação, infelizmente terão muita dificuldade nesse momento.

Se estar sempre atento às evoluções tecnológicas, mudança de cultura e necessidades da população e constante melhoria e reinvenção do próprio negócio eram práticas diferenciais no mercado, aos poucos isso está tornando práticas essenciais para a continuidade das operações

No mercado financeiro, a diversificação é utilizada como forma de mitigar os riscos de oscilações do mercado, pois se al...
08/10/2020

No mercado financeiro, a diversificação é utilizada como forma de mitigar os riscos de oscilações do mercado, pois se alguns investimentos estão ruins, outros podem estar indo bem, de forma que o retorno de longo prazo permanece relativamente estável.

No caso das empresas, a maior parte delas se acostuma a vender de determinada forma, ou utilizar de determinada estratégia comercial.

Em situações normais, é normal e até mesmo esperado este tipo de comportamento, isto é, “Se estou vendendo muito bem no meu estabelecimento, por que investir recursos e energia em um outro canal de vendas?

Mas em momento de situações anormais, como a pandemia do Covid-19, muitas premissas que antes tomávamos como verdadeiras (como por exemplo, meu cliente virá até meu estabelecimento), acabam se tornando duvidosas.

Uma boa parte das empresas que não tinham seu e-commerce desenvolvido, por exemplo, tiveram que se adaptar rapidamente a esta nova realidade, sob o risco de não conseguirem manter suas operações em funcionamento, uma vez que a atendimento presencial estava limitado (ou, muitas vezes, impossibilitado).

Assim, uma lição dolorosa que a pandemia nos trouxe foi mostrar a importância de desenvolver energias e recursos em diversificarmos os meios de venda e também os produtos e serviço que oferecemos, de forma a mitigar os riscos financeiros que estamos vivendo.

Os resultados financeiros da maior parte das empresas são cíclicos: momentos de crescimento e bons resultados financeiro...
05/10/2020

Os resultados financeiros da maior parte das empresas são cíclicos: momentos de crescimento e bons resultados financeiros são seguidos por momentos de queda no faturamento e baixa lucratividade.

É evidente, que se nós, como gestores das empresas, fôssemos escolher, iriamos sempre preferir viver momento de bonança à momentos de dificuldades financeiras.

Mas tudo nunca é exclusivamente positivo ou negativo: se o lado bom dos momentos difíceis é o aprendizado que adquirimos, os momentos de bonança, por outro lado, podem mascarar a realidade, ocultando fragilidades no nosso modelo de gestão, nos preços praticados, nos produtos e serviços que oferecemos, enfim na nossa estrutura competitiva como um todo.

Um remédio amargo que a pandemia nos trouxe foi a necessidade de repensarmos todo o modelo de negócio, analisando sua fragilidade e entendendo como adaptá-lo à nova realidade deste mercado.

Ao contrário do que muitos pensam, não é preciso ter bola de cristal para projetar o futuro financeiro de uma empresa. O...
28/09/2020

Ao contrário do que muitos pensam, não é preciso ter bola de cristal para projetar o futuro financeiro de uma empresa.

O futuro é incerto? Sim. Mas isso não significa que você não possa preparar sua empresa para ele. Basta que tenha os números em mãos, e bom senso, claro.

✅ 1) TENHA UM BOM HISTÓRICO FINANCEIRO EM MÃOS
Por “bom histórico” entenda-se “registros financeiros confiáveis”, e não necessariamente, “bons resultados”.
Olhar o passado com clareza, independentemente de como ele foi, é umas das melhores de projetar o futuro. Ter um histórico financeiro com informações precisas e confiáveis pode te ajudar a projetar o comportamento dos números futuros.

✅ 2) TENHA BOM SENSO
Para projetar os números futuros, não basta simplesmente replicar o passado, é necessário analisar e projetar cada número com bom senso. Pergunte a si mesmo: Por que os números se comportaram dessa forma no passado? Quais são as perspectivas daqui para frente? Quais serão as mudanças? O que sofrerá aumento/redução? Quais ações serão realizadas? E por ai vai...

✅ 3) SIMULE CENÁRIOS
Como dissemos, o futuro é incerto, dado isso, não é plausível contar com apenas um único cenário na sua projeção. Simule outras circunstâncias. Faça análises Pessimistas, Realistas e Otimistas. Analise o impacto de determinados eventos e as ações que deverá tomar caso ocorram. Se X acontecer, então farei Y. Se Z acontecer, então farei W.

✅ 4) USE UMA FERRAMENTA FÁCIL DE MANUSEAR
Uma ferramenta ruim é um dos maiores obstáculos para a projeção do futuro financeiro da empresa. Sistemas engessados, informações dispersas, dificuldade na simulação de cenários, tudo isso pode acabar desmotivando na hora de projetar, por isso, tenha uma ferramenta simples e fácil de ser manuseada. Dica: sistemas de gestão podem servir para obter as informações do histórico, mas a projeção normalmente é mais fácil de fazer no Excel.

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Se você tem uma empresa, já deve conhecer o termo “Conciliação”, mas se ainda não sabe muito bem o que é isso, recomendo...
24/09/2020

Se você tem uma empresa, já deve conhecer o termo “Conciliação”, mas se ainda não sabe muito bem o que é isso, recomendo fortemente que leia esse artigo. ⚠️

Conciliação é o termo usado para um procedimento simples, porém de extrema importância na Gestão Financeira de uma empresa: conferir e sincronizar as movimentações financeiras do seu controle financeiro, com o Caixa (dinheiro vivo) e os Extratos Bancários da empresa.

Para muitos empresários que, ao menos já registram seus pagamentos e suas vendas, este procedimento pode até parecer redundante pois, em tese, se ele já registra todos pagamentos e as vendas da empresa, por que ficar conferindo o extrato bancário?

Mas aí eu pergunto: qual o saldo que o seu controle financeiro diz que você tem, e qual o saldo que você, de fato, tem no banco e no seu caixa?

Pois é, para quem não realiza a conciliação, é muito provável que esses dois valores sejam totalmente diferentes. O controle financeiro pode dizer que a empresa tem 20 mil reais, mas ao observar o saldo no banco e o caixa, existem apenas 2 mil reais.

É sempre bom lembrar que, quando se trata de controle financeiro, existe um ser humano responsável pelo registro da informação, portanto, todo registro está sujeito a erros e esquecimentos, enquanto o extrato e o caixa não, eles são um fato, a referência absoluta do quanto dinheiro a empresa realmente tem, por isso, devem ser usados como base para a conferência e conciliação do seu controle.

👉 Mas eai, como faço a conciliação?

1) Defina o período que pretende conciliar
2) Ajuste o saldo inicial do seu controle
3) Bata todos os lançamentos do seu controle com os lançamentos dos extratos e do caixa
4) Exclua do seu controle os lançamentos que não estão nos extratos e caixas
5) Inclua os lançamentos que aparecem nos extratos e caixa, mas não estão nos seus controles
6) Confira se os saldos finais do seu controle batem com os saldos finais dos extratos e do caixa
Fim!

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⚠️ O ponto é: sem uma estrutura de Plano de Contas, é impossível controlar as finanças de uma empresa.Se você não sabe o...
21/09/2020

⚠️ O ponto é: sem uma estrutura de Plano de Contas, é impossível controlar as finanças de uma empresa.

Se você não sabe o que é um Plano de Contas, é simples: uma lista com várias categorias, separadas por grupos e subgrupos, que são utilizadas para classificar cada tipo de movimentação financeira da empresa.

Mas elaborar uma estrutura de Plano de Contas de qualquer jeito, sem aplicar a metodologia correta, e sem pensar em todos os aspectos da empresa, é o mesmo que não ter nada.

Por isso, separamos aqui uma estrutura básica de “Grandes Grupos” do Plano de Contas que vão te ajudar a começar a montar o seu:

✅ OS “GRANDES GRUPOS”:

1) RECEITAS: apenas recebimentos de vendas;

2) DESPESAS VARIÁVEIS: pagamentos que estão diretamente relacionados ao seu faturamento (taxas de maquininha de cartão, impostos sobre faturamento, comissões sobre vendas, etc);

3) CUSTOS: apenas pagamentos relacionados ao processo produtivo ou prestação do serviço (fornecedores, insumos, embalagens, mão de obra terceirizada, etc);

4) DESPESAS: todos pagamentos que estão relacionados à operação da empresa (pró-labore, salários, benefícios, aluguel, contas de consumo, contabilidade, sistema, etc);

5) INVESTIMENTOS: este item gera um pouco de confusão, mas de forma simples, basta pensar que se tratam dos pagamentos que, de alguma forma, aumentam o “patrimônio” da empresa, normalmente visando um aumento do faturamento ou lucro no futuro (compra de imóvel, compra de veículos e equipamentos, aquisições de software, grandes reformas, etc);

6) OPERAÇÕES FINANCEIRAS: todas movimentações estritamente financeiras (transferências bancárias, aplicações, empréstimos, amortizações e juros);

7) SOCIETÁRIO: todas movimentações dos sócios que não se referem ao pró-labore (aportes, retiradas, dividendos, etc).

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Fazer a Gestão Financeira de uma empresa por conta própria pode ser uma tarefa difícil para muitos empresários(as). Na m...
17/09/2020

Fazer a Gestão Financeira de uma empresa por conta própria pode ser uma tarefa difícil para muitos empresários(as). Na maioria das vezes, por falta de tempo ou conhecimento, acabam deixando a Gestão Financeira da empresa em segundo plano, e os resultados não são dos melhores.

Por isso, resolvemos esclarecer os diferentes tipos de serviços de Gestão Financeira Empresarial disponíveis no mercado, e quais necessidades eles realmente atendem:

1) CURSOS
Existem diversas empresas e instituições que ministram e vendem cursos de Gestão Financeira para Empresas. Como qualquer segmento, a qualidade e os preços dos cursos variam bastante, mas normalmente são recomendados para micro e pequenas empresas, com menor capacidade de investimento, onde o empresário assume a total responsabilidade pelo aprendizado e aplicação dos conhecimentos adquiridos no curso.

2) CONSULTORIAS
As consultorias tendem a ser soluções mais personalizadas para cada empresa, onde um consultor especializado no assunto realiza reuniões com o cliente, visando entender os problemas que a empresa enfrenta e propor soluções e direcionamentos para o empresário(a). No entanto, tende a limitar-se apenas ao aconselhamento, sem a respectiva execução das soluções propostas. Portanto, é recomendada para empresários(as) que buscam uma solução mais específica para sua necessidade, mas pretendem implementá-la por conta própria.

3) ASSESSORIAS
As assessorias, além de trazerem soluções personalizadas para cada empresa, definidas através de reuniões com o cliente, também assumem a responsabilidade pela execução do projeto. Ou seja, elas propõem a solução para a Gestão Financeira da empresa, validam com o cliente, e a executam. Portanto, é recomendada para empresários(as) que, além de buscar uma solução personalizada para sua necessidade, gostariam de ter um especialista responsável pela execução, ficando o empresário(a) responsável apenas pelo acompanhamento.

E agora? Já sabe qual a sua real necessidade?

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Endereço

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