01/06/2026
Para variar, subimos no ranking errado...
O Índice Global de Complexidade 2026 acabou de ser divulgado e o Brasil não decepcionou (quem esperava ineficiência): pulamos da 6ª para a 3ª posição entre os países mais complexos do mundo para se fazer negócios.
Atrás apenas de Grécia e México, consolidamos nossa posição como um "parquinho de diversões" para quem gosta de regras tributárias que mudam antes do café da manhã e uma colcha de retalhos de normas estaduais que desafiam qualquer lógica.
O que isso signif**a na prática?
Enquanto países como Dinamarca e Nova Zelândia facilitam a vida de quem gera riqueza, por aqui a Reforma Tributária ainda opera no modo "confundir para explicar", e o custo de conformidade sufoca o empreendedor.
A análise da Acto Capital:
Prosperar em um ambiente onde a regra é a instabilidade exige mais do que coragem; exige técnica. O avanço da digitalização é um alento, mas assinaturas eletrônicas não resolvem, sozinhas, um sistema desenhado para ser lento.
Se você tenta gerir seu capital e seu negócio com a mesma mentalidade de quem acha que "no final tudo se resolve", o sistema vai te engolir. Em um país que ocupa o 3º lugar em complexidade, a gestão profissional e a blindagem patrimonial não são luxos — são ferramentas de sobrevivência.
Puro creme de Brasil :(