23/04/2026
IR 2026 para bens e investimentos no exterior ficou mais simples na forma. A exigência migrou para o lastro.
Com a Lei 14.754/2023, os rendimentos de aplicações financeiras no exterior entram no ajuste anual com alíquota fixa de 15%.
A rotina sai do “mês a mês” e vai para a declaração. O foco passa a ser consistência: origem do dinheiro, natureza do rendimento, câmbio, comprovantes e evolução patrimonial conversando entre si.
Para quem tem equity, usa mais de uma corretora e circula entre países, o risco típico é um ajuste anual “mal amarrado”. São rendimentos no regime errado, crédito de imposto no exterior sem suporte, conversão cambial inconsistente, ativo descrito com pouco detalhe em Bens e Direitos.
Isso aparece como incoerência.
A recomendação é tratar 2025 como um dossiê, com documentação, trilha de decisões e narrativa fiscal coerente.
A Assistere organiza essa base e transforma regra em previsibilidade. Quer fechar o IR 2026 com consistência? Procure a Assistere.