15/07/2026
A Reforma Tributária tem o desafio de entregar aos cidadãos e às empresas um sistema robusto de arrecadação, fiscalização e administração de impostos que seja o mais simples possível.
Para isso, o governo tem investido no split payment, que fará o recolhimento dos novos impostos e a distribuição dos recursos entre União, estados e municípios.
Para dar conta da engrenagem, o Ministério da Fazenda gastou este ano R$ 2 bilhões no desenvolvimento do sistema.
O split payment dividirá automaticamente, no momento da compra, o valor dos tributos devidos.
Ele nasce junto com a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), que a partir de 2027 substituirão progressivamente IPI, P*S, Cofins, ICMS e ISS, com transição prevista até 2033.
Na prática, quando uma venda for concluída, o valor do imposto será direcionado em tempo real para os cofres públicos, sem passar pela conta da empresa vendedora.