07/08/2026
Uma agenda cheia, muitos pedidos ou um faturamento crescente podem transmitir a sensação de que a empresa está prosperando.
Mas existe uma pergunta mais importante:
Quanto realmente sobra em cada venda?
Imagine, por exemplo, um serviço vendido por R$ 1.000.
Depois de descontar custos diretamente ligados à entrega, impostos e comissões, podem restar R$ 500 para pagar aluguel, salários, sistemas, contabilidade e todas as demais despesas fixas.
Se a empresa desconhece essa margem, pode vender mais, aumentar a carga de trabalho e ainda terminar o mês sem o resultado esperado.
Uma precificação consistente não considera apenas o preço praticado pela concorrência. Ela precisa equilibrar custos, despesas, margem e percepção de valor pelo cliente.
O exemplo é ilustrativo. Cada empresa precisa calcular o preço com base na própria estrutura.
Qual foi a última vez que você revisou a precificação da sua empresa?