Marmello & Serpa

Marmello & Serpa Nossa empresa possui uma equipe altamente especializada em diversos segmentos que busca a constante

Somos uma empresa que oferece soluções às necessidades corporativas em matéria de gestão empresarial, financeira, contábil e tributária. Buscamos sempre construir com nossos clientes uma relação de confiança, transparência e credibilidade. Para tanto, temos uma equipe experiente e altamente qualificada, que enxerga no atendimento personalizado ao cliente o nosso maior diferencial.

19/11/2014

Ex-diretor de Serviços da Petrobras está preso preventivamente em Curitiba. Segundo Sérgio Moro, se for solto, Duque pode 'fruir de fortuna...

19/11/2014

Segundo o conselho, somente em espécie, o grupo movimentou R$ 906,8 milhões

19/11/2014

Eles prestam depoimento nesta quarta (19) na sede da PF, em Curitiba. Empresa teve 3 pessoas presas por suspeita de irregularidade na Petrobras.

Vendas do varejo sobem menos em agosto; IBGE descarta perda de fôlego.Alta no volume vendido, que foi de 1,6% em junho, ...
11/10/2012

Vendas do varejo sobem menos em agosto; IBGE descarta perda de fôlego.

Alta no volume vendido, que foi de 1,6% em junho, caiu de 1,4% em julho para 0,2% em agosto; para entidade, desaceleração no ritmo de aumento não pode ser encarada como perda do setor.

A desaceleração no ritmo de aumento nas vendas do varejo na passagem de julho para agosto não pode ser encarada como uma perda de fôlego do setor, afirmou Reinaldo Pereira, gerente da Coordenação de Serviços e Comércio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A alta no volume vendido, que foi de 1,6% em junho, diminuiu de 1,4% em julho para 0,2% em agosto.

O resultado veio dentro do intervalo das estimativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções, que esperavam de uma queda de 0,90% a uma alta de 1,00%, e superou a mediana negativa de 0,10%.

Segundo Pereira, os resultados na margem oscilam com frequência. Por isso, para ele, é recomendável tomar como base o índice de média móvel trimestral, utilizado como indicador de tendências por fazer uma média dos dados no último trimestre. "A desaceleração (de 0,2% no varejo) não é um sinal amarelo. Não posso olhar o número do mês. A média móvel expressa melhor (a tendência). E a variação da média móvel cresceu. Então essa variação de 0,2% não dá esse indicativo de que a curva está descendente não", afirmou Pereira.

A média móvel trimestral das vendas no varejo restrito vem ganhando fôlego desde a passagem de maio para junho, quando saiu de 0,09% para 0,53%. Em julho, a média móvel subiu para 0,73%, e em, agosto, ficou em 1,08%.

O gerente do IBGE explicou que a desaceleração no ritmo de aumento de vendas do comércio em agosto foi puxada pela queda de 1,1% no setor de hipermercados e supermercados, já que a atividade tem grande peso no indicador. Em agosto, a maioria das atividades do varejo restrito teve ampliação no volume vendido. Apenas três em oito registraram taxas negativas.

"O aumento de renda, a estabilidade do emprego, a redução dos juros, a oferta de crédito e o incentivo governamental, como a redução de IPI são as variáveis que influenciam o comércio varejista. Isso está por trás de todas as variações positivas", disse o gerente do IBGE. No ano, as vendas no varejo restrito já acumulam uma alta de 9,0%. Durante todo o ano de 2011, o comércio varejista cresceu 6,7%.

Na comparação com agosto do ano passado, as vendas do varejo tiveram alta de 10,1% em agosto deste ano. Nesse confronto, as projeções variavam de alta entre 7,50% e 11,60%, com mediana de 9,20%. Até agosto, as vendas do varejo restrito acumulam altas de 9,0% no ano e de 7,8% em 12 meses.

Leia mais em ESTADÃO:

http://economia.estadao.com.br/noticias/economia%20brasil,vendas-do-varejo-sobem-menos-em-agosto-ibge-descarta-perda-de-folego,130362,0.htm

BB abre mão de exclusividade no consignado a servidores.Acordo prevê ainda o pagamento pelo banco de R$ 65 milhões ao Fu...
11/10/2012

BB abre mão de exclusividade no consignado a servidores.

Acordo prevê ainda o pagamento pelo banco de R$ 65 milhões ao Fundo de Defesa dos Direitos Difusos, administrado pelo Ministério da Justiça.

SÃO PAULO - O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou nesta quarta-feira acordo proposto pelo Banco do Brasil no qual a instituição se compromete a deixar de exigir exclusividade no crédito consignado a servidores de órgãos públicos.

"Acaba a exigência, pelo Banco do Brasil, de exclusividade em consignado em contratos formados com órgãos públicos", disse o conselheiro Marcos Paulo Veríssimo, relator do caso no Cade.

O acordo, chamado de Termo de Compromisso de Cessação (TCC), prevê ainda o pagamento pelo banco de 65 milhões de reais ao Fundo de Defesa dos Direitos Difusos, administrado pelo Ministério da Justiça, ao qual o Cade é vinculado.

As ações do BB na bolsa paulista, que iniciaram o pregão em alta, caíam 0,31% às 12h19, a R$ 22,70. No mesmo horário, o Ibovespa perdia 0,53%.

Com a aprovação do acordo no Cade, que vale para contratos existentes e futuros de crédito consignado, o órgão antitruste suspende processo de investigação sobre o assunto.

Os servidores que recebem salários pelo BB e que eram afetados pela exclusividade poderão contratar consignado em qualquer outro banco.

O caso envolvendo a exclusividade do BB no crédito consignado foi iniciado no Sistema de Defesa da Concorrência em 2010, a partir de denúncia da Federação Interestadual dos Servidores Públicos (Fesempre) dos Estados do Acre, Alagoas, Amapá e outros.

O processo no Cade foi instaurado em agosto de 2011 para apurar eventuais práticas irregulares nos contratos de exclusividade na concessão do consignado pelo BB. Em novembro passado, o Cade rejeitou recurso do BB contra a investigação.

Sindicato

O advogado da Federação Interestadual dos Servidores Públicos Municipais e Estaduais (Fesempre), Vicente Bagnoli, comemorou a aprovação do acordo. "O acordo é positivo porque conseguimos assim o fim da prática. Ou o acordo era firmado ou o banco fatalmente seria condenado pelo órgão antitruste", disse Bagnoli, que lembrou que o BB tem perdido todos os recursos sobre o caso na Justiça.

"Essa concorrência entre os bancos irá propiciar melhores condições para os tomadores", completou.

(Com Agência Estado)

Leia em ESTADÃO:

http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,bb-abre-mao-de-exclusividade-no-consignado-a-servidores,130222,0.htm

Governo prepara mais medidas de estímulo.Secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento diz que medidas fortalece...
11/10/2012

Governo prepara mais medidas de estímulo.

Secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento diz que medidas fortalecerão a competitividade da indústria nacional no próximo ano.

Os sinais de recuperação na indústria em agosto, ainda que com queda no emprego, animaram o governo, que já prepara novas medidas de estímulo ao setor. O secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Alessandro Teixeira, afirmou ontem que as medidas fortalecerão a competitividade da indústria brasileira em 2013.

"Se vai ser via aumento de crédito ou por desoneração, não sei ainda, porque ainda estamos trabalhando. Mas, com certeza, o governo vai continuar fortalecendo a indústria brasileira", disse o secretário.

O governo acredita que as ações anunciadas desde o ano passado, como a desoneração da folha de salários das empresas, a ampliação do Simples Nacional (sistema tributário simplificado para pequenas e médias empresas) e estímulos a alguns setores, ajudaram no desempenho do setor. Segundo o secretário, o crescimento positivo da indústria por três meses consecutivos (de junho a agosto) indica "uma tendência de reversão nesse período com tendência de crescimento".

Os dados do IBGE, divulgados no início do mês, mostraram que a produção industrial cresceu 1,5% em agosto ante julho, na série com ajuste sazonal.

Teixeira espera que as medidas tenham resultado ainda mais efetivo em 2013 e afirmou que o governo continuará com políticas que fortaleçam a competitividade da indústria. "Teremos medidas, sim, em 2013, para fortalecer as medidas tomadas este ano." O secretário informou que 19 cadeias produtivas apresentaram sugestões de medidas para dar competitividade à indústria e servirão de base para as decisões do governo.

Emprego. Sobre o fato de o emprego na indústria brasileira ter recuado 0,1% na passagem de julho para agosto, na série livre de influências sazonais, e de 2% na comparação com agosto de 2011, Teixeira disse que os dados não preocupam. Segundo ele, essa variação "um pouquinho para cima ou para baixo" é normal quando se vive o pleno emprego. O secretário lembrou que o Brasil continua gerando empregos formais todos os meses. Ele destacou que há um avanço na massa salarial.

"A informação mais relevante e alvissareira da retomada da atividade industrial, tanto o dado com ajuste sazonal, quanto a média móvel trimestral, foi positiva", disse o presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Mauro Borges. "Muitas vezes, mesmo com o ajuste sazonal, o dado mês a mês tem problemas do ponto de vista de afirmar uma tendência. Mas a média móvel trimestral dá mais segurança para afirmar que houve de fato uma retomada do crescimento industrial a partir de julho. Este é um indicador a ser comemorado", acrescentou.

Veja em ESTADÃO:

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,governo-prepara-mais-medidas-de-estimulo-,943878,0.htm

Redução da Selic pode conter valorização do real, diz Mantega.Redução do juro básico contribui para aproximar taxa de ní...
11/10/2012

Redução da Selic pode conter valorização do real, diz Mantega.

Redução do juro básico contribui para aproximar taxa de níveis internacionais; Ministro da Fazenda afirmou que Brics precisam fortalecer mercado interno para lidar com a crise.

TÓQUIO - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que a decisão do Banco Central de baixar a Selic de 7,50% para 7,25% colabora para reduzir o diferencial de taxas entre o Brasil e outros países no mundo.

"A redução dos juros nos ajuda a diminuir a arbitragem e a impedir a valorização do real", destacou, depois de participar de uma reunião dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), em Tóquio.

Crise

Mantega também afirmou que os países que formam do Brics estão sendo afetados pela desaceleração da economia mundial, cujo centro ocorre nos países avançados. "Isto reduziu o ritmo de crescimento de todos. Houve uma redução muito forte das trocas comerciais. Em 2012, está havendo um dos menores crescimentos do comércio internacional, que vai avançar menos de 3%", destacou.

De acordo com Mantega, os Brics vão buscar um entrosamento maior porque vão registrar expansão maior do que as que serão registradas pelas economias desenvolvidas nos próximos anos. "Embora alguns Brics, que estavam crescendo com taxas muito elevadas, terão que se contentar com taxas um pouco menores, como a China e a Índia", apontou.

No caso do Brasil, o ministro ressaltou que o nível de atividade está em aceleração e voltando a níveis mais favoráveis. "O Brasil teve uma desaceleração da sua economia no primeiro semestre deste ano. Estamos acelerando o crescimento no segundo semestre e voltando aos patamares de crescimento acima de 4%", afirmou.

Leia mais em ESTADÃO:

http://economia.estadao.com.br/noticias/economia%20brasil,reducao-da-selic-pode-conter-valorizacao-do-real-diz-mantega,130346,0.htm

Receita Federal oriente contribuintes para resolver Inadimplência Fiscal – saiba como resolverA Receita Federal do Brasi...
10/10/2012

Receita Federal oriente contribuintes para resolver Inadimplência Fiscal – saiba como resolver
A Receita Federal do Brasil anunciou nesta semana diversas ações que serão implementadas com vistas ao combate à inadimplência fiscal.
As ações estão relacionadas à exclusão das empresas devedoras do Simples Nacional, à cobrança das pessoas físicas e jurídicas que se encontram inadimplentes com o parcelamento da Lei 11.941/2009, e também à cobrança especial de grandes devedores.
Essas medidas somente serão implementadas caso os contribuintes não procedam à regularização da dívida.
Para evitar a perda de benefícios fiscais, o contribuinte deverá proceder da seguinte forma:
Exclusão do Simples Nacional – a partir da comunicação, o contribuinte em débito tem 30 dias para regularizar suas pendências; para isso, poderá consultar o valor dos seus débitos e gerar a guia para pagamento à vista ou solicitar o parcelamento diretamente no Portal do e-CAC, onde constam todas as instruções para a regularização da dívida.
Atenção: a não regularização dos débitos, através do pagamento ou do parcelamento, implicará a exclusão automática da pessoa jurídica do Simples Nacional a partir de 1º de janeiro de 2013.
Cobrança dos Inadimplentes da Lei nº 11.941/2009 – o contribuinte com uma ou mais parcelas em aberto poderá gerar a guia para pagamento diretamente no Portal do e-CAC, selecionando o serviço "Opções da Lei Nº 11.941", e seguindo as demais instruções para a regularização da dívida.
Atenção: essa é a oportunidade para evitar a exclusão do parcelamento e o consequente prosseguimento da cobrança da dívida sem os benefícios concedidos.
Cobrança Especial de Grandes Devedores – os contribuintes serão comunicados por cartas personalizadas e poderão pagar a dívida, no prazo estabelecido, utilizando o documento de arrecadação que acompanha a carta, ou solicitar o parcelamento através do Portal do e-CAC ou na unidade da Receita Federal do Brasil jurisdicionante. Caso tenham créditos para com a Fazenda Nacional, poderão também solicitar a compensação, por meio da apresentação da Declaração de Compensação (DComp).
Atenção: a não regularização dos débitos, através do pagamento, parcelamento ou compensação, poderá ensejar a adoção das medidas previstas em Lei, de acordo com a situação de cada contribuinte.

Veja em Receita Federal:

http://www.receita.fazenda.gov.br/Novidades/Informa/Inadimplencia.htm

Novas relações entre empresas, funcionários e clientes.A implementação de uma rede social corporativa pode trazer várias...
05/10/2012

Novas relações entre empresas, funcionários e clientes.

A implementação de uma rede social corporativa pode trazer várias mudanças para uma empresa, inclusive nas relações com os clientes.

Em um futuro próximo, especialistas acreditam que os e-mails serão substituídos pelas redes sociais. A explicação parece lógica: de acordo com um levantamento feito pela ComScore, em 2011, mais de 80% da população mundial conectada à internet mantêm uma conta ativa em um site de rede social.
Quando esses dados são analisados no universo corporativo, o horizonte vai além. É o que constatou a última pesquisa feita pela McKinsey&Company com mais de 4 mil executivos de todo o mundo. O estudo mostrou que as empresas que adotaram as tecnologias sociais aos processos de trabalho não só encontraram novas oportunidades, como também aumentaram a sua fatia no mercado.
A mudança operacional também tem reflexos no comportamento dos próprios funcionários e até nas relações com os clientes. Com a consultoria de Flávio Campos, da IBM América Latina, conseguimos identificar, pelo menos, outras quatro vantagens:

Maior participação dos funcionários

Em vez de concentrar os papéis e decisões em apenas um grupo, as tarefas são partilhas e divulgadas para todas os círculos da empresa. Essas novas conexões fazem com que profissionais, mesmo distantes geograficamente ou que trabalhem em áreas distintas, possam colaborar de uma forma mais efetiva. O resultado é o aumento da produtividade e da inovação.

Eliminação das barreiras

A partir do momento em que as distâncias são encurtadas e o papel colaborativo dos funcionários cresce, os processos ficam mais transparentes. Essa nova característica é fundamental para a comunicação interna, o que, em curto e médio prazo, contribui para agilidade e redução dos custos.

Feedback mais rápido para o cliente

O ambiente de uma rede social corporativa acelera os processos internos e externos permitindo acesso mais rápido a informação. Ao permitir que especialistas em diferentes locais possam colaborar na criação, com repostas e sugestões quase em tempo real, o produto chega ao mercado mais rápido.

Vendas e marketing

Mídia impressa, rádio, Tv e e-mail permitem o envio de mensagens para um grande público com baixo custo. No entanto, com as redes socais corporativas é possível medir o nível de satisfação dos clientes, já que eles participam de todos os processos. Esse relação mais estreita é benéfica tanto para o produto final (a ser criado ou reformulado), quanto para as estratégias de divulgação no mercado.

Veja em PLANETA MAIS INTELIGENTE (iG):

http://planetamaisinteligente.ig.com.br/2012-09-11/clientes-e-empresas.html

“Financial Times”: Custo Brasil é o “pedágio” da indústria têxtil.O Financial Times publicou uma reportagem sobre as dif...
05/10/2012

“Financial Times”: Custo Brasil é o “pedágio” da indústria têxtil.

O Financial Times publicou uma reportagem sobre as dificuldades do setor têxtil no Brasil. Para o diário, o “custo Brasil (grafado assim mesmo, em português) cobra pedágio da indústria têxtil”, fazendo com que empresas dessa área transfiram parte da sua produção para países como a China.

“Hoje um dos mais atraentes e crescentes mercados consumidores, o Brasil se tornou um local difícil para quem quer produzir”, disse o FT. O País ainda é o quinto maior produtor têxtil, “mas nos últimos anos a moeda brasileira se apreciou rapidamente, tornado o País ainda mais caro do que já era, devido ao chamado custo Brasil, que é o custo que muitos pagam para lidar com a escassez de infraestrutura, a burocracia bizantina e impostos altos”, opinou o jornal.

O “Importômetro“, painel que exibe, em São Paulo, a estimativa de quantos empregos a indústria têxtil deixa de gerar por causa da importação de produtos estrangeiros, marca atualmente 574 mil.

Mas, sendo o País tão hostil para a indústria têxtil, por que ainda há muitas empresas instaladas aqui? O estilista Pedro Lourenço disse ao FT que produzir no Brasil é caro, mas transferir para a China exigiria uma escala de produção que ele ainda não tem.
No caso das empresas estrangeiras que vêm para cá, um motivo é a possibilidade de evitar impostos de importação. Foi assim com a espanhola Zara, por exemplo, que transferiu parte de sua produção para o Brasil e assim se estabeleceu. O FT observa que a inglesa Topshop, que está tentando rivalizar com a Zara no País, poderia também começar a produzir aqui. “Mas isso só valerá a pena se a empresa estabelecer uma base de consumidores muito mais alta: um círculo vicioso que poucos varejistas conseguem quebrar”, observou o FT.

Veja em ESTADÃO:

http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2012/10/02/financial-times-custo-brasil-e-pedagio-da-industria-textil/

Governo decide cortar imposto de carro que gastar menos gasolina.Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exter...
05/10/2012

Governo decide cortar imposto de carro que gastar menos gasolina.

Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Pimentel afirmou que o objetivo é chegar ao consumo de 17,26 km por litro nos veículos que usam gasolina até 2016.

BRASÍLIA - O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Fernando Pimentel, informou nesta quinta-feira que a indústria automotiva brasileira terá que reduzir o porcentual de consumo médio de combustível por quilômetro rodado dos carros. A meta que se quer é chegar a 2016 (medido em 2017) com consumo de 17,26 km por litro, no caso dos carros com gasolina e 11,96 km por litro nos que usam etanol. Hoje, essas relações são de 14 km/l e 9,71 km/l, respectivamente.

A Europa, segundo o ministro, exigirá essa mesma eficiência a partir de 2015. "Vamos exigir a mesma coisa em 2016", disse. Segundo ele, o carro fabricado nessa meta vai significar economia de R$ 1.150,00 ao ano para os donos de veículos com gasolina, o que corresponde a 75% (três quartos) do IPVA pago em média no País. "Há um ganho efetivo para o consumidor brasileiro, pois os veículos serão mais eficientes, mais econômicos e seguros."

Os benefícios às empresas podem chegar até além de 30 pontos porcentuais (pp) de crédito presumido do IPI. Vale lembrar que houve um aumento desse imposto em 30 pp e essa alta poderá ser compensada no novo regime com investimentos em ciência e tecnologia, inovação, engenharia e componentes industriais fabricados no País "Vamos oferecer incentivo para as empresas que alcançarem meta de eficiência energética."
Pimentel explicou ainda que esse benefício pode chegar a 2 pp além dos 30 pp. "Hoje o IPI médio é de 10%, 11% nas montadoras que estão colocadas aqui. Assim, seria reduzido de 10% para 8%", calculou.

Leia mais em ESTADÃO:

http://economia.estadao.com.br/noticias/economia%20brasil,governo-decide-cortar-imposto-de-carro-que-gastar-menos-gasolina,129384,0.htm

Crise promove um êxodo de mais de 100 mil europeus para a América Latina.Um estudo publicado hoje pela Organização Inter...
05/10/2012

Crise promove um êxodo de mais de 100 mil europeus para a América Latina.

Um estudo publicado hoje pela Organização Internacional de Migrações (OIM) revela que 107 mil europeus deixaram o Velho Continente entre 2008 e 2009, no auge da crise, em busca de empregos na América Latina. O principal destino desses europeus foi o Brasil.

Muitos vieram com um propósito bastante claro: encontrar um trabalho e ajudar a familia que ficou na Europa. Em 2010, imigrantes europeus trabalhando na América Latina enviaram quase US$ 5 bilhões de volta a seus países de origem, em remessas, uma prática que até pouco tempo caracterizava a presença dos latino-americanos na Europa: trabalhar, economizar e mandar dinheiro de volta para a família que ficou no Brasil, Equador ou Bolívia.

No mesmo período, latino-americanos que vivem na Europa enviaram de volta a seus países de origem cerca de US$ 7,2 bilhões. Mas o fluxo de latino-americanos chegando à Europa despencou. Em 2006, antes da crise, 400 mil desembarcaram nos países europeus. Em 2009, esse número caiu pela metade.

Vivendo sua pior crise desde a Segunda Guerra Mundial, a Europa pena para criar postos de trabalho e vê salários despencar. Os espanhóis lideraram o êxodo no auge da crise, com 47,7 mil deles oficialmente deixando o país em busca de novas oportunidades na América Latina.

O perfil desses novos imigrantes é também bastante diferente do que se conhecia tradicionalmente no fluxo de trabalhadores. Grande parte dos 100 mil europeus eram portugueses e espanhóis, solteiros e com nível universitário completo.

A entidade promoveu o levantamento até o final de 2009, ano que registrou a maior queda no PIB mundial em mais de 60 anos. Mas os próprios autores admitem que o volume de imigrantes europeus continuou a aumentar entre 2010 e 2012, principalmente diante da taxa recorde de desemprego em Portugal, Grécia, Espanha e Itália.

Leia em ESTADÃO:

http://blogs.estadao.com.br/jamil-chade/2012/10/05/crise-promove-um-exodo-de-mais-de-100-mil-europeus-para-a-am-latina/

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