10/12/2025
Você quer vender alguma coisa?
Ótimo.
Mas antes de sair comprando mil bugigangas achando que tá criando a nova 1,99 do século…
vamos começar pelo óbvio que quase ninguém faz:
👉 ser objetivo.
O que exatamente você vai vender?
Detergente?
Água?
Produto italiano gourmet que ninguém sabe pronunciar?
Escolha.
Defina.
Pare de achar que dá pra vender “de tudo um pouco” e ainda ter lucro.
Isso só funciona na cabeça de quem nunca abriu planilha. 🤡
Depois vem a lista de produtos.
Fornecedor certo.
Pesquisa de preço.
Prazo.
Entrega.
Diversidade.
Tudo bonitinho.
E aí sabe pra quem você entrega essa lista?
Pro seu contador.
Sim, o contador.
Essa criatura subestimada que deveria ser o PRIMEIRO nome no seu time.
Porque é ele quem vai:
✔️ cruzar seus produtos com a legislação,
✔️ configurar seu operacional,
✔️ projetar tributos,
✔️ definir o melhor enquadramento tributário,
✔️ e te dizer pra quem você pode vender sem quebrar antes do primeiro boleto.
Enquanto isso, sabe o que o empreendedor médio faz?
Pega uma caneta que custou R$0,50 e acha que vender por R$1,50 é lucro.
É assim que nasce um negócio… e morre um financeiro.
Precificação não é achismo.
É cálculo.
É estratégia.
É contador financista — tipo a gente — pegando sua mão e impedindo você de cometer um crime contra o próprio lucro.
E aí, com tudo organizado, seu contador abre ou ajusta seu CNPJ e você finalmente passa a vender de forma legal, lucrativa e sustentável.
Nada de chutômetro.
Nada de “depois eu vejo.”
Agora, a pergunta que importa:
👉 Você quer vender certo ou quer continuar br**cando de comerciante amador?
Se a ideia é colocar dinheiro no bolso de verdade…
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