26/08/2026
A NR-1 agora exige um olhar mais claro para os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho.
O assunto não é medir felicidade nem investigar a vida pessoal do empregado. O foco é entender como a
organização do trabalho pode gerar riscos: sobrecarga, assédio, conflitos, baixa clareza de função, falta de
autonomia e ritmos inadequados são alguns exemplos.
A empresa precisa avaliar sua realidade, definir medidas de prevenção, registrar o processo e acompanhar os
resultados com apoio técnico adequado. Departamento pessoal, SST e liderança têm papéis complementares
nessa organização.
Converse com a Ceribelli para alinhar os reflexos do tema na rotina trabalhista.