31/05/2026
Essa foto já tem um bom tempo, mas vira e mexe eu olho para ela porque ela me lembra de um momento em que a minha cabeça deu um nó, no bom sentido.
Quando eu fui para esse evento na Disney, eu achei que ia aprender sobre processos, marketing e atendimento. E sim, aprendi tudo isso. Mas o verdadeiro soco no estômago foi perceber o tamanho do meu próprio teto.
Empreendendo, é muito fácil a gente cair na armadilha de olhar para os lados, ver que estamos um pouquinho melhor que a média da nossa região ou do nosso nicho, e achar que "já chegamos lá". A gente se acomoda com um sucesso desse tamanho 🤏 porque falta perspectiva.
E o aprendizado real que eu trouxe de lá foi este: você precisa, de tempos em tempos, frequentar ambientes que façam você se sentir pequeno.
Não pequeno no sentido de humilhado, mas pequeno no sentido de possibilidade. Quando você olha para uma empresa ou para um profissional que fatura 10x mais que você, que gerencia crises 100x maiores e que opera com um nível de excelência absurdo, duas coisas acontecem:
1. O seu "normal" quebra. Você percebe que o que você achava que era o topo, na verdade, é só o piso de outra pessoa.
2. Você para de tentar reinventar a roda e começa a modelar processos de quem já errou e validou o caminho.
Buscar referências maiores não é sobre f**ar idealizando a vida dos outros no Instagram. É sobre escolher mentores, livros, cursos e empresas que estiquem a sua mente a ponto de ela nunca mais voltar ao tamanho original.
Se você está confortável demais com o seu nível atual, cuidado. Pode ser sinal de que suas referências f**aram pequenas para o seu potencial.
Como você escolhe as pessoas em quem se espelha hoje?