11/05/2026
Durante anos, optar pelo Simples Nacional foi quase uma decisão automática para muitas empresas.
Mas esse cenário mudou. Com a Reforma Tributária e novas regras, a escolha pelo regime passa a exigir análise estratégica, simulações e entendimento do modelo de negócio.
A partir de 2027, empresas poderão, por exemplo, recolher IBS e CBS fora do Simples, criando um modelo híbrido, o que impacta diretamente competitividade, margem e operação.
Ou seja: seguir no Simples sem análise pode significar pagar mais impostos ou perder competitividade no mercado.
Na prática, o que antes era simplificação, agora exige gestão tributária ativa.
Na Diferencial Tributária, ajudamos empresas a tomarem decisões com base em dados.