10/06/2026
A reforma tributária do consumo traz uma mudança importante na forma de formar preços, e isso pode aumentar a complexidade da precificação a partir de 2027.
⚠️ O ponto central está na convivência de tributos durante a transição:
✔️ CBS (federal) substituindo P*S e Cofins
✔️ IBS substituindo ICMS e ISS gradualmente
📌 O problema?
A CBS pode compor a base de cálculo do ICMS e do ISS, criando um efeito em cascata nos preços.
👉 Na prática, isso significa que:
✔️ Um tributo passa a influenciar o cálculo do outro
✔️ O preço final não é mais uma soma simples de custo + margem + impostos
✔️ Pode existir “efeito rebote” na formação de preços
📊 EXEMPLO SIMPLIFICADO:
Em uma venda com custo de R$ 100 e margem de 50%, o preço não será apenas ajustado por ICMS e CBS separadamente.
⚠️ Como um tributo entra na base do outro, o cálculo passa a ser interdependente, exigindo simulações e recalculações até chegar ao valor final correto.
📌 POR QUE ISSO IMPORTA?
✔️ Aumenta a complexidade da precificação
✔️ Exige mais tecnologia e sistemas atualizados
✔️ Pode impactar margens de lucro
✔️ Requer revisão de estratégias comerciais
📈 Segundo especialistas, empresas precisarão adotar simulações sucessivas para evitar distorções e manter a rentabilidade durante a transição tributária.
⚠️ Em resumo: não será apenas uma mudança de alíquotas, mas de lógica de formação de preços.
📚 Fonte: Contábeis | Business Editora