Evodux IA proprietária que revela margens invisíveis e transforma custos assistenciais em lucro.

O maior mercado de saúde do Brasil hoje talvez ainda esteja sendo tratado como exceção da operação principal.Quando prot...
12/05/2026

O maior mercado de saúde do Brasil hoje talvez ainda esteja sendo tratado como exceção da operação principal.

Quando protocolo, custo real e escopo passam a operar juntos, o pacote assistencial deixa de ser uma posição de risco e começa a funcionar como unidade de negócio.

No novo estudo da Evodux, mostramos por que sete em cada dez pacotes cirúrgicos terminam no vermelho, qual o tamanho real do mercado que cresce fora dos planos e os três movimentos que prestadores estão usando para reverter a equação.

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R$ 420 bilhões. Mercado ou déficit. Depende de quem age.A longevidade brasileira está construindo o maior mercado de saú...
11/05/2026

R$ 420 bilhões. Mercado ou déficit. Depende de quem age.

A longevidade brasileira está construindo o maior mercado de saúde do país e o maior buraco do sistema. Os dois números são iguais.

O modelo tarifário das operadoras foi calibrado para uma pirâmide etária que já não existe. O mercado de cuidado sênior cresce sem oferta organizada. As famílias absorvem o custo que o sistema não retém. O SUS absorve o que as famílias não conseguem pagar. Cada conta aparece numa planilha diferente. A soma supera 3,8 vezes o orçamento federal de saúde.

No Japão e na Alemanha, quem se moveu antes do pico demográfico definiu o mercado por uma década. O Brasil entra agora nessa janela. O capital já identificou: M&A em saúde cresceu 37% em 2025.

Quem se move entre 2026 e 2029 define o mercado por uma geração. Quem espera, herda o déficit.

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A maior reorganização do sistema de saúde brasileiro nas próximas duas décadas talvez ainda esteja sendo lida como ciclo...
05/05/2026

A maior reorganização do sistema de saúde brasileiro nas próximas duas décadas talvez ainda esteja sendo lida como ciclo.

Quando demografia, modelo tarifário e capacidade de absorção das famílias passam a operar na mesma direção, o que parecia volatilidade revela-se transição estrutural.

É isso que A ECONOMIA DO ENVELHECIMENTO coloca em movimento.

No novo paper da Evodux, mostramos por que a janela em que recalibrar ainda é gerenciável tem prazo, qual o tamanho real do mercado que a longevidade está criando e quem está se posicionando primeiro.

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A ocupação está alta. O custo invisível, também. Cinco hospitais privados. Custo da ociosidade apurado pela primeira vez...
01/05/2026

A ocupação está alta. O custo invisível, também.

Cinco hospitais privados. Custo da ociosidade apurado pela primeira vez com dados primários. O intervalo: de R$ 13,9 milhões a R$ 34,1 milhões por instituição, por ano.

O dado mais revelador: os dois hospitais mais próximos do benchmark são os que mais perdem dinheiro.

→ Hospital de alta complexidade: 74,1% de ocupação. R$ 34,1 mi/ano de custo invisível.

→ Santa Casa filantrópica: 71,4% de ocupação. R$ 20,2 mi/ano.

→ Custo combinado dos dois: R$ 54,3 milhões por ano.

São cinco causas diferentes. Tarifa pública insuficiente. Rede acima da demanda. Desconto permanente na receita. Manhã a 91,4%, tarde a 43,7% com o mesmo custo fixo. Unidades lucrativas cobrindo silenciosamente o prejuízo de unidades no vermelho.

Nenhuma se resolve da mesma forma. E quatro das cinco não têm relação com o SUS.

Três forças convergem em 2026. Para três dos cinco hospitais, a janela se fecha em dois a três anos.

A oportunidade está onde o problema esteve por anos: invisível, mensurável e pronta para quem decidir medir primeiro.

Deslize para ver os dados. Link do estudo completo em: https://evodux.com/ociosidade-hospitalar-o-custo-oculto-da-capacidade-instalada/

O maior custo gerenciável do setor hospitalar privado brasileiro é também o que menos aparece nos sistemas de gestão.Qua...
28/04/2026

O maior custo gerenciável do setor hospitalar privado brasileiro é também o que menos aparece nos sistemas de gestão.

Quando a ociosidade sai da diluição em rubricas amplas e passa a ser apurada por unidade, decisões que antes eram tomadas no agregado ganham base factual.

É isso que o estudo de cinco casos da Evodux coloca em movimento.

No novo artigo, discutimos por que esse custo invisível define a janela de viabilidade econômica de boa parte do setor privado nos próximos dois a três anos, e o que muda quando ele entra na conta.

Leia em https://evodux.com/ociosidade-hospitalar-o-custo-oculto-da-capacidade-instalada/

O canal direto cresce 14% ao ano. O suplementar, 6,5%. A diferença entre as duas trajetórias chega a R$ 174 bilhões em 2...
27/04/2026

O canal direto cresce 14% ao ano. O suplementar, 6,5%.

A diferença entre as duas trajetórias chega a R$ 174 bilhões em 2030.

Em 2025, o setor suplementar registrou R$ 24,4 bi de lucro. Parece sólido — até olhar a composição: 63% vieram da Selic. Não da prestação de saúde.

Três forças estruturais empurram o paciente para o canal direto:

42 milhões de idosos em 2030. A maioria sem plano.

Obesidade +118%. Diabetes +135%. Demanda crônica por décadas.

Mais de 100 milhões de brasileiros sem acesso ao suplementar.

A receita por procedimento no canal direto é 2,6× maior. R$ 175 vs R$ 64 na mesma consulta. Recebido no ato. Sem prazo. Sem desconto.

Enquanto isso, a verticalização das operadoras saiu de 14% para 46% das operações de M&A — e o custo fixo ficou com o prestador independente. Ociosidade entre 28% e 45% por ativo ambulatorial.

São R$ 53 bilhões de oportunidade sobre infraestrutura que já existe e já está ociosa.

A condição é uma: saber o custo real do que se entrega.

Deslize para ver os dados. Link do estudo completo em https://evodux.com/pay-per-use-o-maior-mercado-de-saude-do-brasil/

Em 2024, o canal direto ao paciente movimentou R$ 317 bilhões, superando pela primeira vez os R$ 309 bilhões da saúde su...
24/04/2026

Em 2024, o canal direto ao paciente movimentou R$ 317 bilhões, superando pela primeira vez os R$ 309 bilhões da saúde suplementar. A inversão não é um evento pontual. É o resultado de trajetórias estruturalmente distintas: o canal direto cresce 14% ao ano; o sistema suplementar cresce 6,5%.

O teto do sistema suplementar é o mercado de trabalho formal. 147 milhões de brasileiros sem cobertura suplementar acessam saúde privada exclusivamente pelo pagamento direto. Esse número não diminui. Ele envelhece, adoece de condições crônicas e permanece fora do alcance do sistema que as operadoras construíram.

Em 2030, a diferença acumulada entre as duas trajetórias alcança R$ 174 bilhões. A pergunta que f**a não é se o canal direto é relevante. É por que ainda não está no centro da estratégia de cada prestador independente.

Acesse https://evodux.com/pay-per-use-o-maior-mercado-de-saude-do-brasil/ e leia o artigo completo!

O maior mercado de saúde do Brasil talvez ainda esteja sendo lido da forma errada.Quando acesso, jornada e precif**ação ...
20/04/2026

O maior mercado de saúde do Brasil talvez ainda esteja sendo lido da forma errada.

Quando acesso, jornada e precif**ação passam a operar juntos, estrutura ociosa deixa de ser peso e começa a gerar resultado.

É isso que o modelo PAY PER USE coloca em movimento.

No novo artigo da Evodux, discutimos por que essa lógica pode abrir uma nova frente de receita para prestadores que querem mais previsibilidade, mais margem e uma operação com direção comercial mais clara.

Leia no link da bio.

O custo com quimioterapia ambulatorial cresceu 74% em 12 meses.O número de pacientes em tratamento? O mesmo: 19.244.O qu...
18/04/2026

O custo com quimioterapia ambulatorial cresceu 74% em 12 meses.

O número de pacientes em tratamento? O mesmo: 19.244.

O que mudou foi o custo unitário. O ticket médio por sessão chegou a R$ 13.663. Em cooperativas que controlam o medicamento, o ticket é R$ 4.950. Mesma molécula. 2,76 vezes o custo.

Três vetores estão por trás — e nenhum é passageiro:

→ Carteiras envelhecendo. 31,6% dos planos individuais já têm beneficiários acima de 59 anos.
→ Imunobiológicos sem precedente de custo. Duas moléculas = 17% do custo total. Sem biossimilar disponível.
→ Mais da metade das guias pagas acima do preço negociado. 57,3%.

O ajuste existe. São quatro alavancas, R$ 328 milhões por ano — sem tirar nada do paciente.

Deslize para ver os dados. Estudo completo em: https://evodux.com/oncologia-na-saude-suplementar/

R$ 23,4 bilhões de lucro líquido na saúde suplementar em 2025.No mesmo período, o custo com quimioterapia ambulatorial c...
15/04/2026

R$ 23,4 bilhões de lucro líquido na saúde suplementar em 2025.

No mesmo período, o custo com quimioterapia ambulatorial cresceu 74%. O ticket médio por sessão passou de R$ 10.215 para R$ 13.663.

O número de pacientes em tratamento? O mesmo: 19.244.

O lucro veio do aumento de mensalidade, não de eficiência operacional. A própria ANS atribuiu o resultado à recomposição de preços acima da variação das despesas.

Enquanto isso, o custo do tratamento oncológico por indicação — do diagnóstico ao fim do ciclo — ainda não é um indicador monitorado pelo setor.

A análise Evodux de 133.832 guias é o primeiro passo para mudar isso.

📎 Link do estudo completo na bio.

Na oncologia, o maior risco da saúde suplementar nem sempre está onde o contrato mostra.Quando a gestão da rede trata o ...
14/04/2026

Na oncologia, o maior risco da saúde suplementar nem sempre está onde o contrato mostra.

Quando a gestão da rede trata o prestador oncológico como fornecedor comum, perde visibilidade sobre o que realmente sustenta a operação: continuidade assistencial, protocolo, vínculo clínico e custo por indicação.

O problema é que, quando esse vínculo se rompe, a receita migra, a operação sente e a operadora descobre tarde demais que não construiu inteligência própria para sustentar o cuidado.

É esse ponto que analisamos no novo artigo da Evodux.

Uma leitura para quem precisa discutir oncologia com mais base técnica, menos improviso e mais previsibilidade financeira.

Leia o artigo completo em https://evodux.com/oncologia-na-saude-suplementar/

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