14/05/2026
O Brasil começou, desde o dia 1° de janeiro, a testar o novo sistema da reforma tributária, que busca simplificar a estrutura de impostos com a extinção e criação de pelo menos quatro tributos. Com as mudanças, a reforma deve impactar a operação das empresas brasileiras, fazendo com que a tecnologia deixe de ter um papel apenas operacional e passe a ser um elemento central na adaptação das empresas.
Nesse contexto, o momento deve ser usado para fortalecer a base tecnológica, pois muitas empresas ainda possuem limitações em sistemas e integrações. Entre os processos que podem ser automatizados, estão a consolidação de dados fiscais e financeiros, a geração de relatórios regulatórios e a integração entre áreas.
Na prática, o desafio será adaptar não apenas processos, mas o próprio modelo de negócio. Esse movimento tende a ser ainda mais sensível em setores intensivos em serviços, como o de tecnologia, onde o principal insumo são as pessoas.
Entre os principais erros esperados para este período, está tratar a reforma como um tema exclusivamente técnico, além da baixa maturidade na gestão de dados.
A ausência de revisão em contratos de longo prazo também aparece como um fator de risco relevante. Em um ambiente de mudança tributária, cláusulas comerciais podem se tornar rapidamente defasadas, exigindo renegociações estratégicas.
Fonte: Site Contábeis
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