Em 2010 quando terminei a Graduação em Administração, pouco depois de cursar o Técnico em Contabilidade, tinha certeza que havia encontrado o meu jeito de mudar o mundo: ensinar finanças.
No entanto, em uma grande oportunidade tornei-me analista de prestação de contas da Superintendência Regional de Saúde. E no clima de tornar-me cada vez melhor na percepção financeira, investir em um MBA em Finanças, Controladoria e Auditoria foi uma decisão inteligente.
Os sonhos nunca morrem, e quando abrimos os olhos começamos enxergar as oportunidades. E foi assim que, em meio a satisfação de elaborar relatórios financeiros, uma ligação do Senac me colocou novamente frente a frente com minha missão de vida: ensinar.
As diversas entrevistas analisando a economia e dando dicas de finanças pessoais na TV e a ideia de ter sido aprovada em concurso despertaram o orgulho da família e amigos, por outro lado, o desejo de ensinar era mais forte. Havia chegado o momento de jogar a vaquinha do precipício, trocando algo que gostava de fazer, pelo que eu amava fazer.
Me preparei com um MBA em Gestão Negócios em Comércio e Vendas para ter uma visão mais abrangente do mercado e ajudá-los a conquistar o sucesso que eles mereciam. Mas, apesar da minha disponibilidade, da diversão de uma aula de Contabilidade de Custos na cozinha fazendo brigadeiro da organização de um grande evento para aprender sobre orçamento, os alunos não pareciam ficar muito felizes com o dever de desenvolver habilidades financeiras.
Como?
Eu amo finanças! Eu tenho paciência! Eu trago novas metodologias! Eles gostam de mim! Porque eles ainda não gostam de finanças? Por que é tão difícil para eles?
Até poderia ter concordado que o problema na verdade eram os alunos: eles não gostam e eu já estou dando o meu melhor. Só que não!!! Eu decidi buscar novas formas de conduzir o processo de aprendizagem através de uma especialização em Docência para a Educação Profissional.
Em meio a tantas ideias surgindo pela aplicação de novos conhecimentos, foi um perda dolorosa que fez abrir os olhos da sensibilidade para compreender o que faltava em minhas aulas e o que era preciso para elevar o nível de aprendizagem e alavancar os resultados daqueles jovens tão cheios de potencial.
Ninguém começa pesquisar sobre felicidade quando está feliz. A tristeza, insegurança e o constrangimento em responder se eu era feliz, me levaram a investir em uma Formação em Coaching e a descobrir algumas Formações em Ciência da Felicidade, e as diversas práticas que podem ser introduzidas no dia a dia profissional e os benefícios evidentes na vida, na carreira e nos negócios. Vislumbrando a necessidade de entender mais de pessoas, veio o MBA em Liderança e Coaching na Gestão de Pessoas.
Não demorou para ver com meus próprios olhos os efeitos da felicidade científica aplicada ao desenvolvimento dos alunos. Desenhando um projeto para jovens que afirmavam com convicção que não haviam nascido para cálculos, nem para redação, me orgulho em contar o quanto eles foram além de todas as minhas expectativas, deixando transbordar todo seu potencial em um livro apresentado a toda comunidade e uma gincana de matemática com vários 10.
Um novo caminho se coloca diante desta profissional que nasceu para ensinar e descobriu o que faltava para acelerar os resultados. E outra vaquinha foi para o penhasco. Era hora de me despedir da casa onde os sonhos começaram a tomar forma para fazer a missão acontecer em lugares.
Estando a Felicidade em seus valores de negócio, a AeC abriu as portas para um novo modelo de desenvolvimento organizacional. Conduzindo vários projetos, o Desafio Líder se vestiu de felicidade com atividades inusitadas como: aula de forró, “Viajem de Navio”, Bate Papo sobre dia dos Namorados e até “Noite de Fogueira”. O Cenário e as fantasias eram o plano de fundo para abordar temas essenciais para a felicidade no trabalho como: gestão de conflitos, produtividade e autoestima.
Já não havia mais dúvida. Cada resultado se tornava prova do que dizem as pesquisas:
Sucesso é resultado da felicidade no trabalho;
Pessoas felizes são mais saudáveis;
Pessoas felizes são mais criativas;
Pessoas felizes são mais produtivas.
Nasce então a Dona Felicidade em um modelo único de treinamento que apresenta a felicidade no trabalho como competência profissional do futuro, desejo maior da nação e a mais eficiente estratégia de gestão de pessoal.
Com a missão de Transformar seres humanos em seres felizes, alinhando objetivos organizacionais com expectativas profissionais através ferramentas que aceleram resultados, Dona Felicidade tem Inspirado pessoas, promovido experiências transformadoras e gerado impacto dos resultados.
Ou melhor... Tem aproximado pessoas dos seus sonhos!