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A habilidade que pode acelerar sua carreira mesmo sem mudar seu currículoComunicação deixou de ser uma competência compl...
11/06/2026

A habilidade que pode acelerar sua carreira mesmo sem mudar seu currículo
Comunicação deixou de ser uma competência complementar e se tornou um dos fatores mais decisivos para crescimento profissional
Autor: Angela Mathias
Fonte: Administradores
Link: https://www.administradores.com.br/noticias/a-habilidade-que-pode-acelerar-sua-carreira-mesmo-sem-mudar-seu-curriculo

Muitos profissionais acreditam que o avanço na carreira depende exclusivamente de conhecimento técnico. Embora dominar ferramentas, processos e metodologias seja importante, existe uma habilidade que frequentemente faz a diferença entre ser reconhecido ou passar despercebido no ambiente de trabalho: a comunicação.

Em um cenário corporativo marcado por reuniões, apresentações, negociações e interações constantes, a capacidade de transmitir ideias com clareza se tornou um ativo estratégico. Não basta ter boas ideias. É preciso conseguir explicá-las, defendê-las e fazer com que outras pessoas compreendam seu valor.

Por isso, empresas têm dado cada vez mais atenção às chamadas habilidades interpessoais, especialmente à comunicação pessoal.
Boas ideias precisam ser compreendidas

Quantas vezes projetos promissores deixaram de avançar porque não foram bem apresentados? Ou profissionais qualif**ados tiveram dificuldade para conquistar espaço porque não conseguiam comunicar suas competências?

A comunicação influencia diretamente a forma como somos percebidos. Pessoas que conseguem estruturar melhor suas mensagens tendem a transmitir mais segurança, fortalecer sua credibilidade e gerar mais influência em equipes e organizações.

Isso vale tanto para líderes quanto para profissionais em início de carreira. Em qualquer nível hierárquico, saber se expressar pode abrir portas para novas responsabilidades e oportunidades.
Comunicar não é apenas falar

Um dos maiores equívocos sobre o tema é acreditar que comunicação está relacionada apenas à fala. Na prática, ela envolve diversos elementos que impactam a forma como uma mensagem é recebida.

A linguagem corporal, a entonação da voz, a escolha das palavras e até a capacidade de ouvir influenciam diretamente a qualidade das interações. Muitas vezes, uma mensagem tecnicamente correta perde força por causa da forma como é transmitida.

Por outro lado, profissionais que desenvolvem escuta ativa e empatia costumam construir relações mais sólidas e produtivas, criando ambientes de maior colaboração.
Uma competência que pode ser desenvolvida

Ao contrário do que muitos imaginam, comunicação não é um talento reservado a poucas pessoas. Trata-se de uma habilidade que pode ser aprimorada com prática e orientação adequada.

O curso Comunicação Pessoal, do Administradores, foi desenvolvido justamente para ajudar profissionais a fortalecerem essa competência.

A formação aborda os seis poderes essenciais da comunicação eficiente, explorando técnicas de clareza, persuasão, conexão interpessoal, linguagem corporal, entonação de voz e escuta ativa. A proposta é oferecer ferramentas práticas para quem deseja se comunicar com mais confiança e impacto em diferentes contextos profissionais.
A comunicação como diferencial competitivo

Em um mercado onde informações circulam rapidamente e a colaboração se tornou indispensável, profissionais que sabem se comunicar possuem uma vantagem importante. Eles conseguem alinhar equipes, influenciar decisões, resolver conflitos e fortalecer relacionamentos com mais facilidade.

Além disso, a comunicação ef**az contribui para reduzir ruídos, evitar retrabalho e melhorar a produtividade coletiva.

Não por acaso, muitas empresas já consideram essa habilidade tão importante quanto competências técnicas específ**as.
O futuro pertence a quem consegue conectar pessoas

Tecnologias evoluem, ferramentas mudam e processos são automatizados. Mas a capacidade de criar entendimento, gerar confiança e construir conexões continua sendo uma característica essencial no ambiente profissional.

Por isso, investir em comunicação pessoal não signif**a apenas aprender a falar melhor. Signif**a desenvolver uma habilidade que influencia liderança, colaboração, negociação e crescimento de carreira.

No fim, profissionais que sabem comunicar suas ideias com clareza não apenas são ouvidos com mais atenção. Eles também aumentam suas chances de transformar conhecimento em resultados e oportunidades.

Comunicação deixou de ser uma competência complementar e se tornou um dos fatores mais decisivos para crescimento profissional Muitos profissionais acreditam que o avanço na carreira depende exclusivamente de conhecimento técnico. Embora dominar ferramentas, processos e metodologias seja import...

Como a falta de controle de ativos em terceiros pode devastar o balanço da sua empresaEntenda os impactos contábeis e fi...
09/06/2026

Como a falta de controle de ativos em terceiros pode devastar o balanço da sua empresa
Entenda os impactos contábeis e fiscais da perda de ativos e conheça soluções tecnológicas
Autor: Walber Almeida Xavier de Sousa
Fonte: Contábeis
Link: https://www.contabeis.com.br/artigos/77154/ativos-fora-da-empresa-evite-perdas-com-gestao-e-tecnologia/

Imagine a seguinte cena: sua empresa investe milhões no ativo imobilizado — moldes industriais, equipamentos médicos de alta complexidade, contêineres, ferramentas especiais ou frotas de TI. Para manter a operação rodando ou atender a contratos específicos, muitos desses bens precisam ser movimentados para fora dos portões da companhia. Eles vão para fornecedores, parceiros, filiais ou clientes.

O ativo sai. O tempo passa. E, sem um controle rigoroso, o rastro se perde.

Essa é uma realidade alarmante e muito mais comum do que se imagina no mundo corporativo. Empresas que possuem ativos de alto valor agregado enfrentam um verdadeiro gargalo operacional e financeiro quando realizam a movimentação desses bens para terceiros. O diagnóstico definitivo desse sumiço quase sempre tem data e hora para acontecer: o inventário patrimonial.

O Impacto Contábil de um Ativo "Fantasma"

Quando o inventário físico é realizado e a equipe constata que um ativo enviado a terceiros simplesmente desapareceu, o impacto não é apenas operacional. Há um reflexo imediato e doloroso na contabilidade.

A perda de um bem imobilizado exige a sua baixa contábil. Isso signif**a que o valor residual daquele ativo precisa ser registrado diretamente como um prejuízo do exercício. Esse lançamento afeta o lucro líquido da organização, reduz o valor do patrimônio líquido e pode, inclusive, comprometer indicadores financeiros cruciais avaliados por investidores, auditorias e instituições bancárias.

Além do prejuízo direto pelo valor do bem, a empresa perde capacidade produtiva e eficiência operacional, gerando um ciclo de reinvestimento forçado para repor o que foi perdido por pura falha de gestão.

A Blindagem Necessária: Procedimentos Administrativos e Fiscais

Para estancar essa sangria financeira, o primeiro passo é a estruturação de procedimentos administrativos e fiscais robustos.

Toda e qualquer movimentação de bens para fora da empresa deve ser respaldada por contratos de comodato ou prestação de serviços juridicamente blindados. No âmbito fiscal, o rigor deve ser absoluto: a emissão de notas fiscais de remessa para conserto, demonstração ou comodato (com seus respectivos prazos de retorno previstos pela legislação) é obrigatória para garantir o compliance e evitar passivos tributários.

No entanto, apenas papéis e processos burocráticos não bastam se a gestão não tiver visibilidade em tempo real. É aqui que a tecnologia se torna o divisor de águas.

A Revolução do Software Patrimonial e o Monitoramento em Tempo Real

Para gerenciar com eficácia os bens que estão longe dos olhos da diretoria, o uso de um software patrimonial especializado é indispensável. Ele centraliza o histórico de cada item, associando o código do patrimônio ao CNPJ do terceiro, controlando datas de envio e prazos de retorno automáticos.

Para complementar essa gestão e alcançar a segurança máxima, as empresas de vanguarda estão adotando tecnologias de ponta para o rastreio e monitoramento de ativos em tempo real, independentemente de onde eles estejam localizados no país.

A integração de tags e dispositivos de rastreamento ao software patrimonial transforma a gestão de ativos. Essa abordagem integrada oferece benefícios estratégicos claros:

Conclusão: Proteja o Patrimônio da sua Empresa

Garantir a segurança do ativo imobilizado em posse de terceiros não é apenas uma tarefa do setor de frotas ou de logística; é uma estratégia de preservação de resultado e governança corporativa.

Unir processos fiscais rígidos, um software patrimonial eficiente e tecnologia de rastreamento em tempo real é o caminho mais seguro para garantir que os ativos que saem da sua empresa sempre encontrem o caminho de volta para o balanço patrimonial. Não espere o próximo inventário para descobrir que o seu patrimônio desapareceu.

Descubra como controlar ativos de alto valor enviados a terceiros, evitando prejuízos contábeis e fiscais com gestão, software e rastreamento.

08/06/2026

5 lições de liderança que podem ser aplicadas em qualquer negócio
Práticas simples ajudam a reduzir riscos, melhorar decisões e fortalecer relações profissionais. Especialista compartilhou os aprendizados
Autor: Da Redação
Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios
Link: https://revistapegn.globo.com/gestao-de-pessoas/noticia/2026/06/5-licoes-de-lideranca-que-podem-ser-aplicadas-em-qualquer-negocio.ghtml

A liderança costuma ser associada a conceitos como comunicação eficiente, visão estratégica e formação de equipes de alto desempenho. Mas, na prática, os desafios do dia a dia exigem habilidades menos óbvias — e, muitas vezes, mais decisivas.

Em artigo publicado no portal da revista Entrepreneur, o profissional de relações públicas e marketing Michael B. Kelly relata os aprendizados que teve ao trabalhar com um investidor imobiliário conhecido pela disciplina na gestão dos negócios. Segundo ele, a experiência mostrou como decisões aparentemente simples podem fazer diferença nos resultados de longo prazo.

Confira cinco lições destacadas por Kelly que podem ser aplicadas por empreendedores de diferentes setores.

1. Contrate pensando na confiabilidade, não apenas na urgência

Segundo Kelly, muitos gestores contratam profissionais ou fornecedores para resolver demandas imediatas. O problema é que essa prática pode gerar resultados inconsistentes e obrigar a empresa a reiniciar processos constantemente.

O investidor observado por ele adotava outra estratégia: mantinha uma rede de profissionais de confiança, como eletricistas, encanadores e prestadores de serviços locais, que já conheciam suas expectativas e forma de trabalho.

A lógica, segundo o autor, é reduzir incertezas. Em vez de buscar novas soluções a cada problema, vale investir em relações duradouras com pessoas que entregam resultados consistentes.
2. Trate informação como um ativo do negócio

Kelly afirma que um dos diferenciais do investidor era acompanhar de perto dados operacionais, padrões de pagamento, necessidades de manutenção e até mudanças na legislação que poderiam afetar os imóveis.

Segundo o artigo, a falta de informação atualizada pode gerar prejuízos financeiros, multas e decisões equivocadas.

Para empreendedores, a lição é semelhante: acompanhar tendências do mercado, movimentos da concorrência e mudanças regulatórias ajuda a evitar pontos cegos e aumenta a qualidade das decisões.
3. Manutenção também é estratégia

Outra prática destacada pelo autor é a realização periódica de inspeções preventivas nas propriedades.

Em vez de agir apenas quando surgia um problema, o investidor adotava rotinas de manutenção para evitar gastos maiores no futuro.

Kelly argumenta que a mesma lógica pode ser aplicada à gestão empresarial. Monitorar regularmente a satisfação de clientes, o clima interno da equipe e a reputação da marca funciona como uma forma de prevenção, reduzindo o risco de crises mais graves.
4. Responder rápido gera confiança

A capacidade de resposta também apareceu como um dos pilares da gestão observada pelo autor.

Em uma situação envolvendo um problema hidráulico durante um fim de semana, por exemplo, o investidor optou por não realizar um reparo emergencial de alto custo. Ainda assim, manteve contato constante com o inquilino, explicando o cenário e alinhando expectativas.

Para Kelly, a principal lição não é resolver tudo imediatamente, mas evitar que a outra parte fique sem informações.

"A rapidez com que você responde muitas vezes define sua credibilidade", escreveu o autor.

5. Disciplina é o que sustenta todas as outras habilidades

Na avaliação de Kelly, a disciplina é o elemento que conecta todas as práticas anteriores.

Isso inclui manter padrões de qualidade, tomar decisões pensando no longo prazo, preservar a reputação da empresa e agir com transparência mesmo em situações difíceis.

O autor também destaca a importância de cercar-se de profissionais alinhados aos valores da organização e criar processos que não dependam exclusivamente da presença do líder.

Segundo ele, os negócios mais resilientes não são aqueles em que o empreendedor controla cada detalhe, mas os que desenvolvem sistemas capazes de funcionar de forma consistente mesmo quando o gestor não está envolvido diretamente em todas as operações.

03/06/2026
5 comportamentos que diferenciam empresários que crescem dos que apenas sobrevivemEm um mercado mais competitivo, a form...
02/06/2026

5 comportamentos que diferenciam empresários que crescem dos que apenas sobrevivem
Em um mercado mais competitivo, a forma como o empresário decide, lidera e aprende pode ser tão importante quanto o produto que vende
Autor: Bernardo Góis
Fonte: Administradores
Link: https://www.administradores.com.br/noticias/5-comportamentos-que-diferenciam-empresarios-que-crescem-dos-que-apenas-sobrevivem

Empreender nunca foi apenas abrir uma empresa. Em um ambiente marcado por mudanças rápidas, concorrência intensa e clientes mais exigentes, o comportamento do empresário passou a ter impacto direto no desempenho do negócio.

Mais do que dominar números, vendas ou operação, o empreendedor precisa desenvolver atitudes que sustentem decisões melhores, relações mais fortes e capacidade de adaptação. A diferença entre crescer e apenas sobreviver muitas vezes está menos na ideia inicial e mais na postura diante dos desafios.

Aprenda a decidir com dados, não só com intuição

A intuição tem valor, especialmente para quem conhece bem o próprio mercado. Mas confiar apenas nela pode levar a erros caros. Empresários mais maduros combinam percepção com dados reais sobre vendas, clientes, margem, estoque e comportamento de consumo.

Antes de tomar decisões importantes, vale perguntar: o que os números mostram? O que os clientes estão sinalizando? Onde o negócio realmente ganha ou perde dinheiro?
Cuide da energia antes de cobrar performance

Empresas refletem o comportamento de quem as lidera. Um empresário constantemente exausto, reativo ou desorganizado tende a criar uma cultura marcada por urgências e improviso.

Cuidar da própria rotina, sono, agenda e foco não é luxo. É uma forma de proteger a qualidade das decisões. Liderar exige energia mental, e energia mental depende de disciplina fora da empresa também.
Delegue antes de virar gargalo

Muitos negócios param de crescer porque tudo depende do dono. O empresário aprova tudo, decide tudo e resolve tudo. No início, isso pode parecer controle. Com o tempo, vira limite.

Delegar não signif**a abandonar a operação. Signif**a criar processos, treinar pessoas e permitir que a empresa funcione sem depender de uma única cabeça. Crescimento exige confiança, método e clareza de responsabilidades.
Escute mais o cliente e menos o ego

Empresários apaixonados pelo próprio produto podem cair em uma armadilha comum: defender a ideia em vez de observar o mercado. O cliente nem sempre sabe explicar a solução ideal, mas costuma mostrar com clareza o que aceita, rejeita, compra ou abandona.

Ouvir reclamações, acompanhar dúvidas recorrentes e analisar objeções de venda pode revelar oportunidades valiosas de melhoria.
Mantenha o aprendizado como rotina

Negócios mudam rápido demais para líderes que aprendem devagar. O empresário que deseja crescer precisa estudar gestão, comportamento, tecnologia, vendas e liderança de forma contínua.

Aprender não é apenas consumir conteúdo. É testar, medir, ajustar e transformar conhecimento em prática. Em mercados instáveis, a vantagem está com quem evolui antes de ser obrigado a mudar.
O comportamento também escala

No fim, toda empresa cresce até o limite da mentalidade de quem a lidera. Processos, produtos e estratégias importam, mas o comportamento do empresário define como esses elementos serão aplicados no dia a dia.

Empresas fortes são construídas por líderes que decidem melhor, escutam mais, aprendem sempre e entendem que crescimento sustentável começa por uma mudança de postura.

Em um mercado mais competitivo, a forma como o empresário decide, lidera e aprende pode ser tão importante quanto o produto que vende Empreender nunca foi apenas abrir uma empresa. Em um ambiente marcado por mudanças rápidas, concorrência intensa e clientes mais exigentes, o comportamento do em...

5 hábitos de inteligência emocional que podem transformar sua carreiraPequenas mudanças de comportamento ajudam a reduzi...
01/06/2026

5 hábitos de inteligência emocional que podem transformar sua carreira
Pequenas mudanças de comportamento ajudam a reduzir conflitos, melhorar relacionamentos e aumentar a capacidade de lidar com pressão no trabalho
Autor: Bernardo Góis
Fonte: Administradores
Link: https://www.administradores.com.br/noticias/5-habitos-de-inteligencia-emocional-que-podem-transformar-sua-carreira

A inteligência emocional se tornou uma das competências mais valorizadas no ambiente corporativo. Em um cenário de mudanças constantes, metas desafiadoras e relações cada vez mais complexas, saber lidar com emoções deixou de ser apenas uma característica desejável e passou a ser uma habilidade estratégica.

A boa notícia é que inteligência emocional não é um talento inato reservado para poucas pessoas. Ela pode ser desenvolvida por meio de hábitos simples que fortalecem o autoconhecimento, a empatia e a capacidade de tomar decisões equilibradas mesmo sob pressão.
1. Aprenda a fazer uma pausa antes de reagir

Nem toda situação exige uma resposta imediata. Muitas vezes, comentários, críticas ou conflitos geram reações impulsivas que acabam agravando problemas.

Desenvolver o hábito de pausar por alguns segundos antes de responder permite que a razão participe da conversa junto com a emoção. Esse pequeno intervalo pode evitar desgastes, mal-entendidos e decisões precipitadas.
2. Observe suas emoções sem tentar ignorá-las

Muitas pessoas acreditam que inteligência emocional signif**a esconder sentimentos. Na realidade, o primeiro passo é reconhecer o que está sentindo.

Frustração, ansiedade, irritação ou insegurança fazem parte da experiência humana. Quando identif**adas com clareza, essas emoções deixam de controlar o comportamento e passam a fornecer informações importantes sobre situações e desafios enfrentados.
3. Escute para entender, não apenas para responder

A escuta ativa é uma das habilidades mais poderosas da inteligência emocional. Em muitas conversas, as pessoas estão tão preocupadas em defender seu ponto de vista que deixam de compreender o que o outro realmente quer comunicar.

Ouvir com atenção fortalece relacionamentos, reduz conflitos e aumenta a capacidade de construir soluções colaborativas.
4. Não personalize tudo o que acontece

Uma crítica, uma divergência ou uma decisão contrária nem sempre representam um ataque pessoal. Profissionais emocionalmente inteligentes conseguem separar fatos de interpretações.

Ao evitar levar tudo para o lado pessoal, torna-se mais fácil analisar situações de forma objetiva e encontrar soluções sem desgaste emocional desnecessário.
5. Desenvolva o hábito da autorreflexão

Reservar alguns minutos para avaliar comportamentos, decisões e reações pode gerar aprendizados valiosos. Perguntas simples ajudam nesse processo: Como reagi hoje diante de uma situação difícil? O que poderia ter feito de forma diferente? O que aprendi com essa experiência?

A autorreflexão fortalece o autoconhecimento e permite ajustes contínuos na forma de lidar com pessoas e desafios.
O diferencial que a tecnologia não substitui

Enquanto habilidades técnicas evoluem rapidamente e novas ferramentas surgem todos os dias, competências emocionais continuam sendo um dos ativos mais importantes para profissionais e líderes.

A capacidade de manter equilíbrio sob pressão, construir relacionamentos saudáveis e tomar decisões conscientes influencia diretamente o desempenho no trabalho e a qualidade de vida. No fim, inteligência emocional não é apenas sobre controlar emoções, mas sobre utilizá-las de forma inteligente para crescer pessoal e profissionalmente.

Pequenas mudanças de comportamento ajudam a reduzir conflitos, melhorar relacionamentos e aumentar a capacidade de lidar com pressão no trabalho A inteligência emocional se tornou uma das competências mais valorizadas no ambiente corporativo. Em um cenário de mudanças constantes, metas desafia...

Seu ego está sabotando a sua liderançaOs maiores erros de uma operação raramente começam na estratégia. Eles começam na ...
29/05/2026

Seu ego está sabotando a sua liderança
Os maiores erros de uma operação raramente começam na estratégia. Eles começam na liderança
Autor: Pedro Janot
Fonte: Administradores
Link: https://www.administradores.com.br/artigos/seu-ego-esta-sabotando-a-sua-lideranca

Ao longo da minha trajetória, aprendi que os maiores erros de uma operação raramente começam na estratégia. Eles começam na liderança.

E, muitas vezes, têm a mesma origem: o ego. Não é um tema confortável. Mas é um tema real. O ego não se apresenta como um problema. Ele chega travestido de segurança, de experiência, de convicção. Ele faz o líder acreditar que já viu o suficiente, que já sabe o caminho, que pode decidir sozinho. E é exatamente aí que começam os desvios.

No varejo, isso f**a evidente de forma quase didática. Excesso de estoque, erro de coleção, contratação equivocada. Decisões que parecem pequenas, mas que, somadas, comprometem o resultado.

Quando você olha de perto, percebe que não foi falta de informação. Foi falta de escuta. Quando o ego entra, a escuta sai. E sem escuta, não existe liderança. Existe comando.

O problema do comando é que ele pode até funcionar no curto prazo. Mas não sustenta consistência. Porque ele ignora algo essencial: quem está na ponta do negócio. Vendedores, estoquistas, equipes de loja, aqueles que costumo chamar de “os miúdos”. São eles que estão olhando o cliente, ouvindo objeções, percebendo mudanças de comportamento antes que qualquer relatório consiga capturar.

Mas o líder que opera a partir do ego não acessa essa inteligência. Ele decide sozinho. E, inevitavelmente, erra sozinho. Existe uma crença equivocada de que liderança está associada à capacidade de ter respostas. Não está. Liderança está associada à capacidade de fazer boas perguntas e de criar um ambiente onde as respostas possam emergir.

E isso exige humildade. Não como discurso, mas como prática. Na forma de ouvir, de ajustar rota, de reconhecer que a realidade do negócio não está na sala de reunião, mas no dia a dia da operação.

Ao longo dos anos, vi líderes extremamente competentes perderem consistência porque deixaram de ouvir. Porque passaram a confiar mais na própria leitura do que na leitura coletiva do time. E vi também o contrário: operações simples ganharem força quando o líder cria espaço para que as pessoas contribuam, questionem e participem das decisões.

Isso não diminui a liderança. Pelo contrário, fortalece. Porque liderar não é centralizar. É saber orquestrar. E orquestrar exige escuta, ajuste e capacidade de lidar com complexidade. Por isso, uma das provocações mais importantes que faço para líderes é simples: você está, de fato, ouvindo o seu time? Ou está apenas validando aquilo que já decidiu? Essa diferença é sutil. Mas ela define o resultado. O ego cria distância. A escuta cria conexão.

E, no fim do dia, negócios são feitos de decisões, mas são sustentados por pessoas. Por isso, repito algo que carrego comigo há anos: ego no bolso. Bolso furado. Ego no chão. Não como frase de efeito, mas como prática de liderança. Porque o líder que entende isso constrói algo que vai além do resultado imediato. Constrói consistência. Constrói confiança. Constrói um time que pensa junto.

E, nesse nível, liderança deixa de ser posição e passa a ser movimento. Um movimento que, quando bem conduzido, transforma não só a operação, mas as pessoas que fazem parte dela.

Ao longo da minha trajetória, aprendi que os maiores erros de uma operação raramente começam na estratégia. Eles começam na liderança. E, muitas vezes, têm a mesma origem: o ego. Não é um tema confortável. Mas é um tema real. O ego não se apresenta como um problema. Ele chega travestido...

A Copa do Mundo já entrou na sua empresa. O GRC percebeu?Entre Neymar, álbum de figurinhas e Seleção Brasileira, existe ...
28/05/2026

A Copa do Mundo já entrou na sua empresa. O GRC percebeu?
Entre Neymar, álbum de figurinhas e Seleção Brasileira, existe uma lição de Governança, Riscos e Compliance
Autor: Luciana Silveira
Fonte: InfoMoney
Link: https://www.infomoney.com.br/colunistas/luciana-silveira/a-copa-do-mundo-ja-entrou-na-sua-empresa-o-grc-percebeu/

De norte a sul, o Brasil inteiro virou técnico de futebol. Teve debate sobre merecimento no almoço, análise tática no café, apostas sobre Neymar nos grupos de WhatsApp, discussão sobre preparo físico, lesão, clima de elenco e até teorias sobre quais critérios realmente deveriam pesar para a convocação final da Seleção Brasileira.

O álbum da Copa do Mundo também acaba de ser lançado. Daqui a pouco começam os álbuns espalhados sobre as mesas de reunião, as negociações de figurinhas repetidas nos intervalos e os inevitáveis debates sobre quem já completou mais páginas.

A Copa ainda nem começou, mas o fenômeno social que ela provoca já entrou no cotidiano das pessoas.

Enquanto muitas áreas das empresas enxergam grandes fenômenos culturais como distração, perda de produtividade ou “assunto paralelo”, um GRC (Governança, Riscos e Compliance) mais maduro e fora da caixa pode enxergar algo diferente: oportunidade.
Quando o risco atravessa a defesa

Quando um assunto monopoliza as conversas fora do ambiente corporativo, ele inevitavelmente monopoliza também as conversas dentro dele. Seria um erro das organizações fingir que isso não acontece ou pedir para que os colaboradores foquem em outra coisa.

E é exatamente por isso que o tema Copa do Mundo é uma oportunidade para o GRC. Oportunidade de comunicação, de treinamento, de aproximar temas técnicos da realidade das pessoas, de transformar conceitos abstratos em referências emocionais, práticas e memoráveis.

Se você é um profissional de GRC, quantas vezes já tentou explicar dentro da sua empresa o conceito das três linhas de defesa bastante utilizado em estruturas de gestão de riscos e amplamente difundido por padrões internacionais, institutos e empresas de auditoria?

Você, que ouviu a explicação, entendeu de forma clara e saberia repetir com suas próprias palavras? A explicação deconceitos técnicos dentro das empresas muitas vezes parecem distantes, excessivamente abstratas ou simplesmente difíceis de engajar. Esse é um exemplo clássico.

Na teoria, o conceito explica como as organizações distribuem responsabilidades para prevenir, monitorar e responder aos riscos. A primeira linha é formada pelas áreas de negócio e pelos donos dos processos, responsáveis por executar controles e lidar diretamente com os riscos no dia a dia.

A segunda linha reúne áreas de suporte técnico especializado, como compliance, controles internos, segurança da informação e gestão de riscos, que ajudam a estruturar políticas, monitoramento e planos de ação de mitigação dos riscos.

Já a terceira linha é a auditoria interna, responsável por avaliar de forma independente se todo o sistema está funcionando adequadamente.

Mas e se essa mesma explicação viesse pela lente de um jogo entre Brasil e Argentina? Imagine o Messi roubando a bola no meio de campo. Se alguém recupera a posse logo ali, o risco se afasta rapidamente e o time inteiro respira aliviado.

Mas, se ele passa pela primeira linha e avança em direção à zaga, o desconforto aumenta. A essa altura, ninguém mais está tranquilo no sofá. Agora imagine se ele ultrapassa os zagueiros e f**a cara a cara com o goleiro. O coração acelera, porque o risco está prestes a se materializar.

Nesse exemplo, todos concordam que seria muito melhor impedir o avanço da jogada ainda no meio de campo, quando o risco estava mais distante da pequena área e havia mais espaço para reação. Quanto antes um risco é identif**ado, tratado e controlado dentro do processo correto, menor a chance de ele se transformar em perda financeira, incidente reputacional ou problema regulatório.

Quando os controles falham sucessivamente e o risco chega “cara a cara com o goleiro”, a organização já está operando em modo de emergência.
A Copa como ferramenta de comunicação para o GRC

A Copa do Mundo fala sobre muitos dos temas que Governança, Riscos e Compliance tentam discutir diariamente dentro das organizações.

Fala sobre critérios de decisão, preparo, pressão, reputação, estratégia, gestão de crise, trabalho em equipe e confiança. A diferença é que, durante a Copa, as pessoas já estão emocionalmente engajadas nessas conversas.

Toda convocação da Seleção, por exemplo, rapidamente se transforma em uma discussão coletiva sobre mérito, coerência e transparência. As pessoas analisam desempenho recente, histórico, experiência, recuperação física, comportamento e até clima de grupo para tentar entender quem entrou e quem ficou de fora.

No ambiente corporativo, a lógica não é tão diferente. Promoções, sucessões e movimentações estratégicas também são observadas pelos colaboradores sob lentes muito parecidas. Quando os critérios parecem pouco claros, surgem percepções de favoritismo, incoerência ou injustiça.

E, assim como acontece no futebol, a ausência de comunicação costuma gerar mais especulação do que compreensão. A preparação para a Copa, por exemplo, oferece paralelos interessantes para o ambiente corporativo.

Nenhuma seleção entra em campo sem meses de treinamento, monitoramento físico, análise de desempenho e amistosos para testar fragilidades antes do campeonato começar. O jogo não começa no jogo. Começa muito antes.

Nas empresas, a lógica é muito parecida. Treinamentos, auditorias, te**es de controle, simulações de crise e exercícios de resposta existem para preparar a organização antes do momento crítico. Ainda assim, muitas empresas tratam essas iniciativas como mera formalidade burocrática, quase como se treinamentos fossem apenas “cumprir tabela”.

No futebol, ninguém colocaria um jogador despreparado para disputar uma final de Copa do Mundo. No corporativo, porém, ainda existem organizações que acreditam ser possível atravessar crises complexas sem preparo coletivo, integração entre áreas e cultura de prevenção.

Os amistosos também carregam uma lógica extremamente útil para o GRC. Eles existem para revelar vulnerabilidades antes que o resultado realmente importe. No ambiente corporativo, te**es de continuidade, simulações cibernéticas e exercícios de investigação cumprem o papel de descobrir fragilidades antes da crise valer pontos no placar reputacional, financeiro ou regulatório.

O problema é que muitas empresas só reconhecem o valor desses te**es quando a crise já aconteceu. É curioso como o futebol ajuda a visualizar algo que o GRC tenta explicar há anos: ninguém descobre fragilidade na final. Ou pelo menos não deveria.

Até mesmo as discussões sobre clima de elenco encontram paralelo direto na cultura organizacional. Times tecnicamente brilhantes podem fracassar quando existem disputas internas, excesso de vaidade, competição tóxica ou ausência de confiança coletiva.

Nas empresas, inúmeras crises nascem justamente em ambientes fragmentados, onde áreas deixam de compartilhar informações, problemas deixam de circular e metas individuais passam a importar mais do que o resultado coletivo. Muitas vezes, o problema não está na ausência de políticas ou controles formais, mas na incapacidade da cultura organizacional sustentar comportamento coerente sob pressão.

E é justamente nesse ponto que a governança exerce o papel de coordenar interesses, alinhar responsabilidades e garantir que diferentes áreas consigam atuar de forma integrada.
O GRC não precisa competir com a Copa

Está aí uma das maiores oportunidades que eventos culturalmente mobilizadores oferecem ao GRC.

As empresas investem milhões tentando capturar a atenção dos colaboradores para treinamentos obrigatórios e campanhas internas, mas podem aproveitar um ativo extremamente valioso que já está naturalmente disponível dentro da própria empresa: os assuntos que já mobilizam emocionalmente as pessoas.

A Copa cria repertório comum, linguagem compartilhada e engajamento espontâneo. E isso possui um enorme potencial para transformar temas técnicos em conversas mais acessíveis, relevantes e memoráveis.

Não se trata de transformar GRC em entretenimento vazio ou de “gamif**ar” tudo indiscriminadamente. Trata-se de reconhecer algo muito simples: pessoas aprendem melhor quando conseguem conectar conceitos técnicos a referências emocionais e culturais já presentes no cotidiano.

O GRC fora da caixa é justamente aquele capaz de perceber que, às vezes, a melhor porta de entrada para discutir risco, cultura, governança e integridade pode começar em algo tão simples quanto uma discussão sobre a escalação da Seleção Brasileira, uma troca de figurinhas no corredor ou um debate sobre Neymar no café.

Entre Neymar, álbum de figurinhas e Seleção Brasileira, existe uma lição de Governança, Riscos e Compliance

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