24/06/2019
Quando falamos em startups, falamos também da estruturação de um modelo de negócio que tenha escalabilidade, podendo ou não usar tecnologia intensiva. Geralmente, é elaborada por meio de uma sociedade de pessoas que procuram inovar em um mercado onde formar barreiras de entrada f**a cada vez mais difícil. Por isso, considero como a espinha dorsal da Startup a sua proposição de valor.
Não raro nos deparamos com startups que em dois anos após o lançamento, ou até menos, fecharam as portas desistindo de um sonho.
Pensar em road map muitas vezes f**a inviável, considerando-se a complexidade do negócio vis-à-vis a necessidade de agilidade para a entrada no mercado (time to market). E é aí que mora o perigo. Colocar todos na mesma página, ordenar as ideias com visão prática, desenvolver um plano financeiro, obter o CNPJ, pensar nas formas de monetização, desenvolver o pricing, elencar e contratar terceiros, proteger o direito de propriedade, entre muitos outros, requer uma mentoria especializada e direcionada, que organizará o negócio como um todo e impulsionará o seu propósito, a sua razão de existir.
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